Divagações, citações, fotos, livros e viagens.
Amigos, família, planos, projetos, música.
Opinião, conversa pra jogar fora, vontade de escrever.

28.2.07

Tomara que pegue!

Olha, eu adoro decoração, adoro luminárias, adoro tudo em ordem. Mas, nem sempre tenho paciência e sei que nem tudo são flores. E olha que ainda moro com meus pais e por isso, ainda tenho muitas regalias...

Sou eu quem arruma meu armário, quem arruma minha cama, quem lava a minha louça mas, confesso que não são os afazeres que me dão mais prazer. Anyway, não posso reclamar, já que não tenho que cozinhar, nem lavar roupa, nem limpar banheiro. Muitos sofrem desse mal, eu sei e eu sei que estou reclamando de barriga cheia (literalmente, já que minha comidinha está sempre pronta no horário!). Mas, com 27 anos nas costas, já tenho planos, há um bom tempo, de levantar voo e ter meu próprio canto - tá difícil mas, uma hora dá!

E pensando em todas as regalias que vou perder para ganhar outras, que fique bem claro, fico pesando prós e contras para ter certeza que vale a pena e eu já sei que vale! não tem jeito: chega uma hora que você precisa de liberdade! E liberdade demanda mais responsabilidades. Fazer o quê!?

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26.2.07

1,2,3 e já!

Agora começou: o Carnaval já passou, o horário de verão acabou, já festejamos o início de 2007 - eu acho que até um pouco adiantado.

O ano se inicia agora para os trabalhadores, para os investidores, os batalhadores, os negociadores, os sonhadores, os cheios de projetos e objetivos... não tem mais jeito de fugir das responsabilidades: maré não tem feriado e a gente precisa prosperar!

Bem-vindo 2007! E que você seja comemorado com muita Cachaça durante todo o seu percurso. Fevereiro já foi muito produtivo pra nossa empresa - imagine agora, com pique total! ;)

Seja o que Deus quiser e o que o trabalho trouxer!!!

 

 

MOMENTO SABEDORIA: "A ação deve vir de uma imobilidade consumada, não de um alvoroço súbito." D. H. Lawrence (1885 - 1930), Inglaterra

23.2.07

Todo carnaval tem seu fim

Mais do que um simples fim de festa, a frase 'todo carnaval tem seu fim' ecoa como um mantra sobre a efemeridade da vida. Popularizada pela banda Los Hermanos, ela nos convida a uma reflexão mais profunda sobre a passagem do tempo e a importância de aproveitar cada momento. Afinal, assim como a folia, todos os nossos dias são repletos de altos e baixos, e é fundamental encontrar um equilíbrio entre a celebração e a rotina.

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iPod e seus acessórios: febre de um fenômeno cultural

O que porquinhos de plástico voadores, margaridas dançantes e bonecas robóticas Barbie têm em comum? Um iPod. Com mais de 90 milhões de tocadores vendidos no mundo todo, o iPod incentivou a formação de uma lucrativa indústria de acessórios. Pelo menos três mil tipos de acessórios do iPod já receberam a benção da Apple – a maioria é de opções práticas como estojos, fones de ouvido e sistemas de alto-falante e amplificador.

Mas há outra tendência se desenvolvendo, mais divertida e nem sempre com a aprovação ou o conhecimento da Apple. Podemos chamá-la de iSilly, um número crescente de produtos em que a diversão ganha mais ênfase do que a utilidade e cujo visual engraçado ou irreverente muitas vezes empolga o público.

Tem até segurador de papel high-tech com porta-iPod e alto-falantes! O cachorrinho aí de cima tem alto-falante embutido e cabe na palma da mão. Você precisa ver o porquinho que dança com as músicas!

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Uma virtude superestimada

"A modéstia é a mais inferior das virtudes, uma verdadeira confissão da deficiência que ela indica. Quem se subestima é justamente subestimado pelos outros."

William Hazlitt (1778 - 1830), Inglaterra

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22.2.07

Estrada é bom pra pensar...

Como eu disse que eu adoro: voltando de viagem (muito boa por sinal! Fotos e comentários depois - estou gripadíssima e sem paciência), estrada boa e músicas melhores ainda.

Entre as várias do meu pen drive, aparece uma da Ana Carolina que eu não ouvia há muito tempo e que bate muito com tudo que andou acontecendo comigo (falo de grandes amizades e não de amor). Vou guardá-la aqui agora:

 




(foto by Quel - companheira de viagem!)


Confesso

Confesso que acordei achando tudo indiferente
Verdade, acabei sentindo cada dia igual
Quem sabe isso passe sendo eu tão inconstante
Quem sabe o amor tenha chegado ao final

Não vou dizer que tudo é banalidade
Ainda há surpresas mas eu sempre quero mais, ou mesmo exagero ou vaidade
Eu não te dou sossego, eu não lhe deixo em paz  

Não vou pedir a porta aberta, é como olhar para trás
Não vou mentir nem tudo que falei eu sou capaz
Não vou roubar seu tempo, eu já roubei demais

Tanta coisa foi acumulando em nossa vida
Eu fui sentindo falta de um vão para me esconder
Aos poucos fui ficando mesmo sem saída
Perder o vazio é empobrecer

Não vou querer ser o dono da verdade
Também tenho saudade mas já são quatro e tal
Talvez eu passe um tempo longe da cidade
Quem sabe eu volte cedo ou não volte mais

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16.2.07

Sim, eu já fui a Mulher Maravilha


Pois é...

O Carnaval faz milagres: a gente vira até super-heroína! E com 4 anos, eu já achei que abafava!

E veja bem: tinha uma indiazinha como companheira! Se eu tinha 4, ela tinha só 1: muitos carnavais fantasiados (ou não) com a irmã preferida!!

Realmente, o Carnaval tem magia! Por mais que naquela época tivesse muito mais clubes para a gente pular, muito menos doidos para atrapalhar...

"Vou beijar-te agora não me leve a mal Hoje é Carnaval!"

(esquentando o tamborim, gelando a cerveja, preparando a caipirinha!!! E dá-lhe churrasco! Já que a gente não vai para a avenida...)


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15.2.07

Diferentes carnavais: tem pra todo mundo!

Não se sabe ao certo a origem do Carnaval. Alguns estudiosos afirmam que a comemoração tem suas raízes em alguma festa primitiva. Outros acreditam que os festejos carnavalescos tenham se iniciado nas alegres festas do Egito. O que temos certeza é que as diferentes formas de celebrar o Carnaval são influenciadas pelas tradições, costumes e culturas de cada lugar.

Carnaval no Brasil.
Bahia: em Salvador, as comemorações começam em dezembro, com a abertura dos festejos pela festa da Coroação da Praia. A grande atração do carnaval baiano são os trios elétricos.

Pernambuco: em Recife e Olinda, o Carnaval é animado pela multidão que vai às ruas exibir seus passos ao som do frevo (ritmo característico carnavalesco) e maracatu (cortejo que surgiu nas senzalas para homenagear os antigos reis africanos).

São Paulo: a festa que antigamente era restrita aos salões hoje não tem local específico para acontecer.

Rio de Janeiro: talvez o mais conhecido, surgiu das antigas e espontâneas manifestações de alegria da população carioca, que durante séculos brincou o Carnaval atirando ovos e água nos amigos.

Carnaval internacional.
Veneza: nas belas mansões e palácios, os luxuosos bailes são regados a champanhe e animados por orquestras. A alta sociedade internacional comparece aos saloons dos hotéis de luxo, decorados a cada ano com temas retirados das óperas de Verdi. Neles dança-se valsa, tarantela e até mesmo o samba, cada vez mais popular. O povo, por sua vez, concentrado na Praça São Marcos, se diverte de maneira bem mais desinibida.  

New Orleans: teoricamente, a festa começa 12 dias após o Natal e termina na quarta-feira de cinzas, que acontece duas semanas antes do Carnaval propriamente dito. Os nomes dos blocos e suas concepções artísticas, em sua maioria inspiradas nos deuses da mitologia grega (Hércules, Minerva, Hermes, Baco), fazem do Mardi Gras o maior carnaval norte-americano. Mais de 50 agremiações desfilam pelas ruas da cidade, os bares ficam lotados, com multidões fantasiadas que celebram a passagem das agremiações.  

Alemanha: os de Munique e Colônia possuem características mais urbanas. Porém, é no pleno inverno da Floresta Negra e dos Alpes que estão as festas mais interessantes e tradicionais de todo o país. O uso de máscaras é uma marca registrada do Carnaval, relembrando antigas personagens, fatos históricos ou lendas do folclore local. Na cidadezinha de Stockach, os mascarados homenageiam Hans Kuony, que foi o bobo da corte de Leopoldo da Áustria, no início do século XIV. Em outro vilarejo, Aach, predominam figuras com cabeças de repolho, devido a uma lenda, segundo a qual um dos portões de um castelo devia ser escondido sob uma plantação de repolhos, o que nunca era conseguido devido a um bode que todas as noites comia a horta.  

Brinche: a 50 km da Bélgica, nessa cidade, o Carnaval é celebrado em uma festa que dura 7 semanas. Lá há o Museu Internacional do Carnaval e da Máscara, onde o carnavalesco brasileiro Joãozinho Trinta já expôs suas criações.

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14.2.07

Cinco coisas

Navegando pela internet, visitando outros blogs, procurando inspiração e fugindo das responsabilidades (já em ritmo de carnaval, estou trabalhando menos do que deveria), percebi uma certa onda entre alguns blogueiros amigos de fazerem uma lista das "5 Coisas".
Gostei e vou copiar a ideia:

5 coisas que quero fazer antes de morrer:

- Outra viagem de 2 meses pela Europa (muito bem acompanhada);
- Ter minha casa do jeitinho que eu quero;
Me hospedar em um desses resorts chiquérrimos do Nordeste, pelo menos uma semana;
Ter algo lindo (que ainda vou escrever) publicado;
Viver de Cachaça (heheheh, é piada interna, como dizem).


5 coisas que eu faço bem:

Dar gargalhadas;
Dar conselhos (""Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço");
Fotografar (pelo menos eu acho. E a máquina ajuda bem!);
Beber cerveja (PROST!!!);
Organizar/ordenar as coisas (coisas materiais mesmo. Porque o resto...).

5 coisas que eu mais digo:

Querida!;
Baby;
Sério?;
Pessoa(s)!;
Bom?


5 coisas que eu não faço (ou não gosto de fazer):

Falar ao telefone (não gosto);
Fazer sala ou ser simpática com gente falsa (não faço);
Cozinhar (não sei. O que não significa que não vá gostar);
Acordar cedo (adoro tirar todo mundo da cama!);
Mentir (eu não sei mentir!!!).

5 coisas que me encantam:

Simpatia;
Sinceridade;
Estrada boa, com céu azul no horizonte e MPB no som do carro;
Aquele olhar do Baby, que eu só vejo na hora H;
Gente inteligente e interessante (não adianta ser inteligente e chato!).

5 coisas que eu odeio:

Não controlar minha língua, às vezes;
Gente mal-humorada;
Depender dos outros;
Discutir política;
Cobrança.


E eu tenho aqui nos meus links favoritos, um site que eu achei legal - principalmente por causa do nome: 43 Things. Lá, você vai encontrar de tudo como objetivo das pessoas, para fazer antes de morrer. Se 5 coisas é muito pouco, 43 acho que melhora bem! Minhas listas estão só começando: ler mais, escrever mais, viajar mais ainda, casar (pode ser juntar), comprar minha casa, emagrecer... Vixe! Tem tanta coisa!

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13.2.07

O carnaval tá chegando...

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Silêncio

Meu significado vem da vontade de não errar as palavras: as coisas acontecem de uma forma que às vezes me assustam. Por isso, como boa taurina, prefiro pensar muito bem — “ruminar” mesmo — antes de acabar trocando os pés pelas mãos mais uma vez e sofrer para caminhar…

Mas, devo comentar, mesmo com certo atraso, que meu fim de semana foi excelente. Essa necessidade de postar me veio quando li e entendi tudo com essa frase (que roubei de outro blogueiro português).

É bom sentirmo-nos vulneráveis, expostos aos olhos de alguém, deixarmo-nos ir... devagarinho... saboreando cada momento...

Meu amor, você foi demais! Melhor será quando conseguirmos morar juntos!

12.2.07

Amigas, amigas....


Vidas à parte!

Tenho amigas de longa data. De vida inteira, passageiras, amigas irmãs e amigas colegas.

Algumas vejo sempre, outras raramente, mas considero todas da mesma maneira: tem aquelas com quem tenho mais afinidade, as íntimas para balada, outras perfeitas para desabafar e ainda aquelas amigas que são para tudo e pronto, sem cobranças ou necessidades.

Sou muito de lua. Sumo, apareço, ressurjo, me refaço. E muitas pessoas não entendem esses “afastamentos” que preciso ter (e eu sei que é difícil de entender - às vezes, nem eu mesma entendo, mas sinto a necessidade de fazê-lo). Aprendi isso depois de já ter sido franca demais, já ter sido faladeira e fofoqueira demais, já ter brigado muito e, pior de tudo, já ter me metido demais na vida de muita gente - e senti todas as consequências de minha superproteção, para não dizer egoísmo.

Hoje, quem me conhece mais recentemente sabe que dou espaço, às vezes até demais, para a pessoa viver sem se afogar comigo. Mas tenho amigas de outras épocas - aquelas que me viram participando demais de tudo (e muitas vezes atrapalhando, eu sei). Essas amigas conheceram a Gabi que não tinha medo de dizer nada, de viver nada e que tinha mania de cuidar de tudo. Sim, eu admito: hoje tenho medo. Porque tenho experiência, porque sei o que já passei, porque prefiro ser mais comedida (menos nas minhas gargalhadas - isso nunca!).

Por me envolver demais, paguei todos os meus pecados: fui cobrada, como cobrei; fui cuidada exageradamente, como também fiz; fui questionada, como sempre fiz com tudo e com todos. E sofri, e chorei, e aprendi. A vida de cada um é de cada um: da pior maneira que havia, descobri que não posso competir com a felicidade alheia, descobri que nem tudo é sempre verdadeiro, aprendi que devemos aproveitar o agora, guardar as boas lembranças, questionar menos certas atitudes e acreditar nas pessoas - mesmo quando elas erram.

Meu mundo é meio cor-de-rosa (não chega nem aos pés do cor-de-rosa shocking de uma grande amiga). Sei que ainda preciso crescer muito, mas não tenho mais medo de expor meus sentimentos e não quero mais julgar ninguém. Cada um faz da sua vida o que bem quiser e que viva tudo da melhor maneira possível - é o que desejo, de coração, a todas essas pessoas que venho reencontrando nos caminhos dessa vida…


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8.2.07

O silêncio da Neve

Recebi a notícia de que está nevando na Europa com uma certa inveja e uma grande nostalgia. Eu adoro neve! Talvez por nunca conseguir vê-la em grande quantidade, sempre tive essa "tara" de fazer bonecos de neve, de ver a neve cair em grande quantidade.

Estávamos em Berlim quando vi a neve pela primeira vez. E fiquei tão feliz e tão apaixonada que continuei olhando para cima, vendo-a cair em mim e em tudo ao redor. As árvores branquinhas, as janelas se enchendo de branco, tudo reluzindo e úmido. E um pedaço do que restou do muro de Berlim ali, na nossa frente: com neve! (E depois, tive febre de 40 graus e quase perdi a balada da noite sem neve!)

Por coincidência, comecei a ler o livro "Neve" - estou no comecinho mesmo - e o engraçado foi o título do primeiro capítulo: "O silêncio da Neve". Lembrei-me dos momentos de contemplação, andando de trem e vendo pela janela a neve cair e passar. Me apaixonando por um outro continente, em outro continente.

E minha paixão era tão grande por essa possibilidade que não temos aqui - a neve -, que já roubaram neve para mim e me deram de presente...

Histórias boas de se lembrar, viu!?

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6.2.07

O Livreiro de Cabul é retrato de uma realidade

No fim de semana, acabei de ler "O Livreiro de Cabul", de Åsne Seierstad, o primeiro da lista de livros para o semestre. Com toda uma veia jornalística na forma de escrever, a autora mostra como acontecem coisas corriqueiras no dia a dia do Afeganistão, humanizando as histórias com seus personagens reais: não é um romance, são relatos muito bem contados.

Relatos reais e imparciais de pessoas diretamente ligadas a Sultan Khan, o tal livreiro de Cabul. Compreendo que ele tenha processado a autora: o homem se acha à frente de seu tempo por colecionar e defender seus livros, por achar que a história de seu povo está ali, entre todos os livros que salvou ou copiou, mas não deixa seus filhos irem à escola para cuidarem de suas livrarias. Ler sobre si mesmo e se ver como um tirano deve ser muito difícil. E realmente ele é um afegão em todos os aspectos, principalmente em seu machismo. Sem que ninguém da família possa contrariá-lo, nem percebe o mal que faz a todos. Acredito que, lendo o livro, ele teve outra visão de si próprio.

Ao mesmo tempo, não é culpa dele: a religião (que ele não segue cegamente) e a cultura do país o fizeram ser assim. Os acontecimentos no livro são logo após a queda do Talibã e as mulheres ainda tinham medo de não usar a burca, por acharem que se tornariam impuras, sendo vistas por outros homens. Os rapazes ainda têm medo de terem pensamentos "sujos" com outras mulheres, o que também os torna impuros.

E ainda ficamos sabendo de histórias que nem são tão contadas por aqui: as burcas não surgiram do Alcorão - foi um sultão do começo do século passado que, não querendo que as 200 mulheres de seu harém fossem vistas por todos, inventou burcas bordadas e enfeitadas para que elas usassem. A elite gostou e copiou. Os pobres acharam bonito se vestir como os ricos e também copiaram - e depois disso, o Talibã resolveu tornar obrigatório. Nos anos 70, os afegãos usavam roupas ocidentais e recebiam visitas de muitos turistas hippies (muito interessados no haxixe, diga-se de passagem).

O que mais choca são as amputações que acontecem por causa de uma cultura: como as mulheres viviam escondidas em suas burcas, dentro da casa de suas famílias, os jovens não têm contatos antes do casamento (a não ser com as viúvas que vendem seu corpo para sobreviver, já que eram sustentadas pelos maridos). E por não terem como "namorar", muitos procuram outros homens: o homossexualismo é muito difundido no sul do Afeganistão.

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5.2.07

Oui, je parle français!

Aujourd'hui, j'ai recommencé mon cours de français. J'étudie le français depuis trois ans mais, mon vocabulaire n'est pas encore suffisant. Pour parler un bon français, à mon avis, il faut étudier la langue en France - ce serait merveilleux !

Bonne semaine !

Tradução:

Hoje, recomecei meu curso de francês. Eu estudo francês há três anos, mas meu vocabulário ainda não é suficiente. Para falar um bom francês, na minha opinião, é preciso estudar a língua na França - seria maravilhoso!

Boa semana!


3.2.07

Fim de semana!

Com um sábado de sol e um fim de semana inteiro pela frente, mesmo estando na piscina, mentalize!

É o que farei. O mar me chama! E o sol promete uma cor! 
Só falta marcar a viagem real.

E depois do Carnaval, o ano começa de verdade: é melhor aproveitar agora e se preparar para o começo!

 

 

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Detalhes importantes

Eu mal podia esperar pelo mês de fevereiro! Sinal de que começarei mais um ano em que pretendo escrever bastante!

Minha maior preocupação é acabar deixando minhas "escrivinhações" de lado. Quando me falta assunto e inspiração, fico meio decepcionada comigo mesma!

Não quero abandonar esse blog, como tantos outros que comecei! O exercício de escrever quase todos os dias é muito necessário e gratificante para mim! Preciso me responsabilizar pelo que começo e continuar para não ter fim...

Mas hoje farei outra coisa que gosto: bordar meu ponto cruz!!