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Tinha gente me fazendo de boba!
Mas eu descobri e desfiz a sacanagem da melhor maneira possível: sem falar nada! Fui lá e fiz!
Gente, gente! Tô tão orgulhosa... Sou "gente que faz"!
Mas é o que tá me fazendo correr como uma louca essa semana...
É cada bafo que acontece, que vocês nem acreditariam...
EEEEEEE!!!
Deixei de ter trouxa escrito na testa!!!
(Mas também perdi um tempo valioso... não se pode ter tudo, né!?)
Só para a semana não passar em branco. Sim! Mais uma semana atribulada! Cada hora é uma coisa...
Nesses tempos de organização, sentar na frente do computador e conseguir escrever não é nem luxo, é uma loucura! Falta de tempo para concentrar, para inspirar, para tudo!
Anyway, Vinícius de Moraes tem um site show!!! E abaixo, uma de suas lindas poesias para alegrar seu coração! ;)
Eu amo o Vinícius!
Canção de nós dois
Tudo quanto na vida eu tiver
Tudo quanto de bom eu fizer
Será de nós dois
Será de nós dois
Uma casa num alto qualquer
Com um jardim e um pomar se couber
Será de nós dois
Será de nós dois
E depois, quando a gente quiser
Passear, ir para onde entender
Não importa onde a gente estiver
Estaremos a sós
E depois, quando a gente voltar
O menino que a gente encontrar
Será de nós dois
Será de nós dois
E de noite quando ele dormir
O silêncio do tempo a fugir
Será de nós dois
Será de nós dois
E por fim, quando o tempo fugir
E a saudade nos der de nós dois
E a vontade vier de dormir
Sem ter mais depois
Dormiremos sem medo nenhum
Pois aonde puder dormir um
Podem dormir dois
Podem dormir dois
Podem dormir dois
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Não consegui parar de ler até acabar. E queria mais. Retiro o que disse quando escrevi que este livro seguia a onda de O Código da Vinci. Kathleen McGowan, a autora, surpreende do começo ao fim com sua história envolvente e mais ainda no posfácio – dá para debater e muito seu livro e suas visões.
A história é sobre uma escritora e jornalista – Maureen (seria a própria autora?) – que busca outros pontos de vista sobre histórias que conhecemos há tempos. Maria Antonieta, rainha da França que tem como estigma a famosa frase “se não têm pão, que comam brioches”; Joana d’Arc, um símbolo cristão, vistas de outra maneira, dentre várias outras mulheres citadas – o que inclui principalmente Maria Madalena, que acaba por tomar conta de todo o livro –, elas têm suas histórias recontadas pela protagonista.
O mais interessante é quando ela diz: “A história não é o que aconteceu. A história é o que foi escrito”. Realmente, a mulher conseguiu se igualar em direitos ao homem há pouco tempo (se é que chegamos definitivamente mesmo a este patamar). Analisando tudo que conhecemos e sabemos, a sociedade sempre foi machista e durante muitos séculos teve a mulher como ser inferior. Ou seja, contaram as histórias que conhecemos quem podia contá-las: homens, a elite, quem podia comandar a massa. Não digo que sejam pessoas más, mas estes oferecem apenas um ponto de vista para histórias que sempre têm vencedores e perdedores ou ainda grandes companheiros – de igual para igual.
E é aí que o livro fica melhor ainda: Madalena não é uma prostituta como conhecemos na Bíblia, mas uma mulher que se casou e teve filhos de Jesus. Os apóstolos não são exatamente como conhecemos: Judas não foi um traidor. João Batista, primo de Jesus, também se intitulou o escolhido – tudo muito mais politicagem do que poderíamos acreditar.
A imagem retrata o quadro de Sandro Botticelli - A Primavera, 1478
O livro faz grandes revelações e se diz ficção, mas eu não duvido que seja uma história real. A mesma história sendo contada por outro ângulo. Talvez mais sincero, talvez menos preconceituoso. Como saberemos?
A decisão de acreditar ou não é sua, mas a leitura vale cada linha.
E se for ler, tenha as obras de Boticelli e de da Vinci à mão. É melhor ainda para ilustrar seus pensamentos e seus credos, enquanto devora o livro.
“Y gwir erbyn y byd” (traduzido do galês: “A verdade contra o mundo”)
Boadicea – rainha-guerreira celta do século I
Já leu "O segredo do anel"? Essa história da Maria Madalena vai te deixar de queixo caído! Uma nova perspectiva sobre o passado que você precisa conhecer! ⏳ Corra e garanta já o seu exemplar! ♀️ https://amzn.to/3N9n5yd
É uma delícia acordar cedo sem ter que fazê-lo. De bem com a vida!
Pensar que você tem o dia todo para você fazer o que bem entender: colocar suas coisas em ordem, ou não; escrever, ou não; bordar, ou não; passear ou ficar assistindo TV. Sábado é bom quando é assim: sem grandes planos ou objetivos.
Eu estou lendo um livro muito bom e logo vou falar sobre ele aqui – porque não consigo parar de ler! Portanto, é isso que vou fazer hoje: ler muito, fazer minhas unhas, dar uma voltinha pela cidade, aproveitar o sol!
Bom dia e bom final de semana!
Aproveite porque são esses os melhores milagres da vida: tempo para ver a beleza das coisas e aproveitar isso.
Segundo o Aurélio, a expressão "Pernas, para que te quero!" tem a seguinte definição: "Fam. Exclamação (gramaticalmente incorreta) que indica a ação de fugir correndo ante um perigo."
O perigo aqui é ser homem no lugar errado...
Segundo o blog que copiei a imagem, a campanha publicitária da revista masculina, feita em bancas de jornal, é do ano passado.
If you really want to touch someone, send them a letter.
TRADUZINDO: Se você realmente quer tocar o coração de alguém, mande uma carta.
Na minha época de escola primária, eu trocava papéis de carta repetidos com minhas amigas que também faziam coleção. Faz mais de 20 anos que tenho minha coleção guardada.
Vendo essa imagem acima, uma campanha da Australia Post (os correios australianos), penso que devo enviar esses papéis para pessoas queridas, com palavras de amor, conforto e felicidade.
É tão bom receber cartas, não é? Eu só recebo propaganda e contratos. E adoro receber cartões postais.
Mas, querendo ou não, não dá para ser muito “antigo”: o e-mail facilitou tanto a nossa vida...
Como prometi, seguem algumas fotos do resultado de uma semana de trabalho muito intenso, e o motivo pelo qual me ausentarei daqui por um tempo. Aqui estão as imagens que representam muito tempo de luta para conseguirmos os primeiros pedidos em grande escala.
Ao todo, são 340 motivos. Ou melhor, 4.080 garrafas que representam esses motivos: em pouco tempo, tivemos que fazer TUDO para entregar no prazo certo ao nosso primeiro grande cliente: o Walmart!
O engraçado é que o cansaço da pilha da semanapassada me atingiu de cheio essa semana, e estou me sentindo meio lenta até para pensar...
Ainda sofri um pouco esta semana: a transportadora veio buscar nossa querida mercadoria e, claro, sendo profissionais como são, jogavam nossas caixas para dentro do caminhão. Literalmente jogavam: de um para o outro até chegar ao lugar certo. Que medo de uma quebradeira! Mas mesmo assim, tive coragem de fotografar!
E tem mais: para quem não entende do assunto, como eu era até pouco tempo atrás, um aprendizado na prática: vejam as fotos da paletização! Durante muito tempo não imaginei como era. Agora, mais experiente, mostro para vocês. Nada mais é do que organizar as caixas em cima de um pallet e envolver tudo com filme plástico (praticamente igual aos que usamos na cozinha, só que em maior escala).
Os caras são profissionais! E eu adorei não precisar colocar a mão na massa dessa vez... heheheh
Trabalho pode ser divertido, gente! Sem contar o aprendizado...
Cachaça Gabriela está na boca do povo!
O Globo Online acaba de ganhar o prêmio de Melhor Case do Ano do CIO-Brasil (Chief Information Office) pelo projeto de seu novo site. Lançado em julho do ano passado, o projeto trouxe uma reformulação gráfica e se tornou mais interativo. Além disso, incorporou o conceito de jornalismo participativo, característico da web 2.0."
Eu não sabia, mas depois de ler a notícia sobre o jornal O Globo, fui conferir por que ele ganhou o prêmio de melhor case do ano com seu projeto gráfico e sua integração com a web 2.0.
O jornal, que para mim era só para o público carioca (minha cabeça era pequena!), é muito bem diagramado e aproveita todo o espaço da tela. Traz notícias do próprio O Globo e também dos jornais Extra e Diário de São Paulo.
Gostei muito porque achei a navegação fácil e o layout limpo e bonito. Pronto! Já está aqui entre os meus favoritos para visitar diariamente, já que só leio jornal pela internet!
No Cervejarium, um barzinho muito legal da cidade, há vários quadros de época como esse — todos relacionados à cerveja, é claro — e, estando por lá hoje para um happy hour tranquilo e pensando nas conversas que ouvi, lembrei dessa imagem que tinha guardada: às vezes realmente me pergunto por que a gente namora.
Por que pensamos que precisamos de alguém? As pessoas às vezes nos magoam, mas se a gente não ama, é mais fácil superar. Quando não dá para fazer mais do que isso, eu fico emburrado!
Lápices de cor, bolinha de gude, pião, bola... Tudo o que um moleque pode querer por meia hora!
Depois a brincadeira tem que ser outra. E assim foi o dia todo: energia que não acaba!
Depois de uma semana atípica (que espero que se torne típica logo), tudo o que mais quero hoje, numa sexta-feira deliciosa, dia de dever cumprido, é comemorar: os negócios estão encaminhados, estamos ficando cada vez mais conhecidos e profissionais.
Como fiquei morrendo de inveja da minha amiga quase holandesa (porque mora em Amsterdã) e por não poder ir até a casa dela para ver seu namorado preparar a comidinha japonesa que vão saborear hoje, vou ter que matar minha vontade indo mesmo a um restaurante: comemoração em grande estilo, mesmo tendo um namorado que não gosta dessas delícias que são sushis, sashimis e afins...
Isso sim que é um bom começo de fim de semana! Tomara que o seu também seja ótimo!
Nos próximos dias vou postar imagens aqui do resultado de nosso trabalho incessante durante toda essa semana que passou!
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Lembre-se: toda vez que alguém escreve um post francamente ruim ou estupidamente irrelevante, Deus mata um gatinho.
Isso está escrito em um ex-blog, onde a dona do endereço diz que se cansou de imponência intelectual, de muita empáfia por pouco recheio.
Bem... Eu ainda estou tentando. E espero que não tenha matado muitos gatinhos e nem quero ser prepotente. Mas é que escrever se torna um vício e eu não acho que esse vício seja ruim!
Ainda bem que sou fã de gatos, nem mesmo desses que seguem a nova tendência entre os gringos muito ricos: pintados à mão, por artistas.
Ka, poeta turco refugiado em Frankfurt, na Alemanha, vai ao enterro de sua mãe, em Istambul. Lá, resolve ir para Kars, uma pequena cidade turca, que leva um dia e meio de ônibus para chegar. Ele levou três dias por causa da nevasca.
Ele decide ir para a cidade com a desculpa de escrever para um jornal de Istambul sobre moças muçulmanas que estão se suicidando na cidade: elas não aceitam tirar o véu, conforme o Estado vem exigindo para que possam frequentar a faculdade. Mas, ao mesmo tempo, o suicídio é condenado pelo islamismo: para afirmar sua religiosidade, estão cometendo um pecado. Enfim, os suicídios são somente uma desculpa para ele ir à cidade rever Ipek, uma amiga de sua época de faculdade.
A discussão do livro, que tem como tempo de acontecimentos três dias (os dias em que a cidade fica incomunicável por causa da neve que não para de cair), é sobre os ideais e as lutas de ideais entre um Estado secularista e os islamitas – conflitos raciais e religiosos. Além disso, os personagens exigem de Ka que decida se é ou não ateu – algo que parece essencial para a sociedade deles.
Enfim, o livro extremamente moroso (imagine: quase 50 páginas para 3 dias), o que cansa a leitura. E como é um assunto que não compreendo tão bem, já que é uma outra cultura, uma outra forma de ver e exigir as coisas da vida, o livro exige uma grande concentração. Até aí, tudo bem. Mas, o desfecho é sem graça, a história não tem um fim.
Mas, claro, tem suas partes interessantes. Vou transcrever aqui as falas de um jovem curdo, que discutia com vários outros, de várias facções e religiões, o que escrever para o jornal alemão, que Ka inventou que trabalhava (ele fazia um freelancer para um amigo em Istambul, e não em Frankfurt), para que o Ocidente – gente hipócrita, segundo eles – soubesse o que pensavam as pessoas do Oriente:
“O maior erro da humanidade, a maior ilusão dos últimos mil anos é a seguinte: confundir pobreza com estupidez. Através da história, os líderes religiosos e outros ilustres homens de consciência sempre alertaram contra essa confusão vergonhosa. Eles nos lembram que, como todo mundo, os pobres têm coração, mente, humanidade e sabedoria. (…)
As pessoas podem lastimar a sorte de um homem que passa por dificuldades, mas quando toda uma nação é pobre, o resto do mundo imagina que todo o seu povo deve ser desmiolado, preguiçoso, sujo, um bando de imbecis grosseiros. Em vez de inspirar piedade, esse povo provoca gargalhadas. Tudo é uma piada: sua cultura, seus costumes, seus usos. A certa altura, no resto do mundo, algumas pessoas podem começar a sentir vergonha por terem pensado assim, e quando olham em volta e veem imigrantes daquele país pobre limpando o chão e fazendo outros trabalhos mal remunerados, naturalmente começam a se sentir preocupados com o que pode acontecer se um dia esses trabalhadores se levantarem contra elas. Então, para evitar que as coisas degringolem, começam a mostrar interesse pela cultura dos imigrantes e às vezes chegam a fingir que os consideram como iguais.”
Vem cá, fala sério: que tapa na cara, hein!?
É de se pensar: será que o terrorismo começa assim?
Essa postura é a cara dos imigrantes na Europa, não!?
Será que o Brasil está muito longe dessa realidade?
Por essas discussões, o livro compensa, mas, eu não indico. Político demais e ao mesmo tempo, superficial – é a minha opinião, é claro! Quem sou eu para julgar mal o livro?
Para quem busca uma leitura que vá além da ficção e aborde temas complexos, 'Neve' é uma ótima opção. A história é rica em detalhes e te convida a uma reflexão profunda sobre a sociedade. Mas atenção: a abordagem política pode ser intensa.
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Atualizada sobre certas atitudes de hoje em dia (não aceita que o namorado durma em casa; sempre me liga de madrugada para falar que já está na hora de voltar para casa; tem pavor de imaginar que eu viaje sozinha com meu namorado e isso já deu briga – enfim, minha mãe é “das antigas”), ela é uma pessoa que lê muito, que adora filmes, antenada com o que acontece no mundo. Uma pessoa culta no primeiro sentido da palavra: ela tem cultura mesmo!
E melhor: é uma delícia vê-la contando as histórias que lê na Revista “Seleções” (Reader’s Digest), que vê nos programas que assiste – completamente de coração.
Então vou transcrever a última história que ela me contou (tentando manter a delicadeza com que ela contou, fazendo meus comentários entre parênteses. Mas bom mesmo é ouvi-la pessoalmente):
“Ontem à noite, estava assistindo um desses programas americanos e vi uma história que adorei! Era um programa de entrevistas, do tipo do Jô Soares, com uma negra muito bonita (traduzindo: The Oprah Winfrey Show). Ele (o entrevistado/protagonista da história não tem nome) contava à apresentadora que teve que fugir de onde morava, na África – eles eram muitas crianças e andaram mais de 1.500 quilômetros pelo deserto para poderem escapar da guerra que acontecia lá.
Num dos vários lugares que recebeu ajuda, ele – mas você precisava ver como ele era lindo: negro e com o rosto redondo, um sorriso lindo. Daquelas pessoas que dá vontade de apertar quando você vê. Ele era lindo, Gabriela! –, ele pediu para tirarem uma foto dele, com uma menina e mais um casal. Todos eram refugiados e estavam juntos, junto de mais um monte de pessoas. Depois disso, guardou a foto sempre com ele.
Bom... Depois, ele conta que conseguiu vir para os Estados Unidos. Veio de calça, camisa, chinelo, uma Bíblia na mão e a foto dentro dela. Fez sua vida por lá e quando pôde, foi visitar um amigo no Canadá, que também era refugiado como ele. Chegando lá, não se sabe quais são os desígnios de Deus, encontrou com a menina da foto, que sempre levava consigo: ‘Veja! É você nessa foto! Eu sempre te amei!’
E eles se casaram. Só que só depois de ele ligar para o pai dela, lá na África, e pedir sua mão. Para poder casar, ele tinha que dar ao pai dela 68 vacas. O que equivalia a 12 mil dólares. Ele não tinha esse dinheiro, mas os amigos ajudaram, pediram dinheiro na rua, fizeram campanha... E assim, ele mandou o dinheiro para o sogro.
Mas, por serem refugiados e todos esses problemas de cidadania, hoje, ele está nos Estados Unidos e ela, no Canadá. Ele tem um sorriso lindo! E ela está grávida! Ah, a apresentadora disse que gostava de fazer surpresas e como era Dia dos Namorados (o Valentine’s Day deles é no dia 14 de fevereiro), ela levou a esposa dele para o programa. Ela já está com uma barriga grandinha e ele, que bonitinho!, chorou. Todo mundo chorou... Uma história bonita, viu!?
Como eu disse, você tem que ouvir isso pessoalmente: saber da magia que é ouvi-la contando suas histórias. É uma delícia viajar com ela nessas histórias sempre cheias de amor... Outras dessas virão!”
"Nossos planos falham porque não têm objetivos. Para o marinheiro que não sabe para onde ir, não há ventos favoráveis."
Sêneca (4 a.C. - 65 d.C.), Roma
P.S.: Por favor, não estranhem se eu aparecer menos por aqui nesses dias... Como sei qual é o meu caminho, a corrida começou há tempos (mas tem época que o trabalho exige mais). Estou em um desses momentos de maior exigência e estou feliz! É que, inclusive nos finais de semana, feriados, 24 horas por dia, se necessário, a gente tem que trabalhar e correr contra o tempo.
Eu admito: é completamente estafante, mas ao mesmo tempo, uma delícia, uma realização!
(Detalhes mais tarde!)
Bom final de semana e lembre-se: é preciso saber onde se quer chegar para poder ir adiante!
8 DE MARÇO - É isso mesmo! E como muitas vezes ser multitarefas faz com que a gente não tenha tempo para nada, o Dia Internacional da Mulher relembra que a mulher é imprescindível, linda e necessária e que deve ser paparicada, para ela mesma não se esquecer que tem seu lado frágil.
Não necessariamente é real o que disse acima, já que somos todos iguais e defendo os direitos iguais com unhas e dentes. Mas às vezes sinto falta de ser sustentada, de ser mimada, de receber flores... O dia de hoje lembra que a MULHER é importante e tem que ser valorizada!
Mas tá difícil... A gente se tornou tão independente, tão bem resolvida, tão pronta para tudo, que os homens (chefes, pais, amigos, namorados) às vezes se mostram bem acomodados: tão mais fácil ter quem faça do que ter que resolver alguma coisa... Falo por experiência própria! E pior é não receber nem reconhecimento!
Depois, fazem esse dia especial para a gente, como se fôssemos diferentes dos homens e precisássemos de um dia (digo o mesmo para o Dia da Consciência Negra) para sermos reconhecidas. E pior que nem assim!
Temos que ser tão multitarefas porque temos que ser autossuficientes muitas vezes! Nossa! Não estou MESMO nos meus melhores dias! Mas, minhas amigas: Feliz Dia Internacional da Mulher – se isso faz com que se sintam melhores mulheres!
O livro "As Origens e a Comemoração do Dia Internacional das Mulheres" de Ana Isabel Alvarez González, lançado durante a 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres, desvenda a história do 8 de março. A autora explora as origens do Dia Internacional das Mulheres no movimento socialista do século XIX e início do XX, desmistificando a relação com o incêndio na fábrica nos EUA. A obra resgata a importância da data para a luta feminina e convida à reflexão sobre os desafios atuais.
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Está acontecendo um evento na cidade de São Paulo sobre comunicação digital, o PRÓXXIMA.
Eu queria muito ter ido mas, dá para acompanhar pelo site o que está rolando.
Um dos assuntos em pauta não só no evento, mas para qualquer mortal é a Web 2.0 – que seria, segundo o pouco que entendi e sei, o próprio internauta alimentando a Internet de informações. Ou seja, a busca por material, por conteúdo, por informações, não está mais restrita somente a jornais, revistas, enciclopédias online (ou offline). Blogueiros podem oferecer informações mais coerentes e verdadeiras que muitos jornalistas – como o caso daquela menina que tinha um diário virtual na Indonésia e contou, em tempo real, sem edição de nenhum "profissional", tudo o que se passou nos dias que se seguiram à tragédia do tsunami.
Aí, buscando assunto, você faz assunto. Acaba por informar as pessoas de coisas que talvez elas nem procurassem saber. Como aqueles textos com hiperlink – o que fazemos o tempo todo: linkar nas nossas palavras outros sites, outros textos. Como estou fazendo aqui, agora: no Blog do Tas, encontrei esse vídeo que adorei (e copiei para cá), que parece elucidar bem o que é a Web 2.0: me apaixonei pela forma dele e seu texto. Dá para assistir sem som, só que é em inglês... Anyway, para quem quer entender um pouco mais, é muito legal!
Atualizando o conteúdo em 02.10.2024
A Internet: Uma Transformação Radical em Menos de Duas Décadas.
Se voltarmos no tempo para 2007, a internet era um ambiente em constante mutação, mas ainda muito diferente do que conhecemos hoje. Plataformas como Myspace e Orkut dominavam o cenário das redes sociais, e a ideia de compartilhar vídeos e fotos em tempo real era algo ainda incipiente.
Hoje, a internet é o tecido conectivo da sociedade global, moldando nossas relações, negócios e até mesmo como pensamos. A evolução tem sido exponencial, impulsionada por avanços tecnológicos como a inteligência artificial, a internet das coisas e a mobilidade.
A personalização do conteúdo, por algoritmos que nos mostram o que queremos ver, criou as chamadas “bolhas de filtro”. Embora isso facilite a descoberta de novos interesses, também contribui para a polarização, pois nos isola em ecossistemas de informações que confirmam nossas próprias crenças.
A ascensão das mídias sociais, com plataformas como TikTok e Instagram, transformou como consumimos informação e nos relacionamos. Influenciadores digitais moldam tendências e comportamentos, e a produção de conteúdo audiovisual nunca foi tão democrática.
Nossa mobilidade, impulsionada pela popularização dos smartphones e a expansão da internet móvel, tornou o acesso à informação praticamente instantâneo. A internet das coisas conecta objetos do nosso dia a dia, criando um ambiente cada vez mais inteligente e interativo.
No entanto, essa revolução digital também trouxe desafios. A privacidade, a desinformação e a desigualdade digital são apenas alguns exemplos. A coleta massiva de dados, a propagação de fake news e o acesso desigual à internet são questões que exigem atenção e soluções urgentes.
IA, por sua vez, está transformando como trabalhamos e nos divertimos. A automação de tarefas e a criação de conteúdo por máquinas estão reconfigurando o mercado de trabalho.
Em resumo, a internet de 2007 era apenas um vislumbre do que estava por vir. Hoje, vivemos em um mundo hiper conectado, onde a informação se propaga a uma velocidade vertiginosa. É fundamental que utilizemos essa ferramenta de forma crítica e consciente, buscando informações em fontes confiáveis e dialogando com pessoas que pensam de forma diferente. O futuro da internet é incerto, mas uma coisa é certa: a transformação continua.
Esse texto foi pesquisado e compilado usando Inteligência Artificial, corrigido e formatado por AI.
Eu acredito que as pessoas têm que ter metas na vida. Por isso, EU QUERO ir para Blumenau para, além de conhecer a cidade, provar na fonte e conhecer todo o processo da primeira cerveja brasileira que passa por um processo de champenoise, o mesmo método utilizado para criar as bolhas da champagne.
Para valer o investimento, tem que ter toda uma história e nada melhor do que visitar a fábrica da Eisenbahn (Estrada de Ferro, em alemão), que produz outros tipos de cerveja – todas de grande qualidade e inclusive, uma orgânica. Como se vê, é claro que a cervejaria tem o pé lá na Alemanha e, diga-se de passagem, o nome da cerveja/champagne é Eisenbahn Lust. Lust quer dizer prazer, desejo. Interessante, não?!
Eu, que quase não gosto de cerveja, da Alemanha e de viajar, vou adorar essa aventura. (Quando ela acontecer, conto todos os sentidos e sabores, ok?! Enquanto isso, já está na minha "listinha" de desejos e afazeres!)
Já experimentou a Eisenbahn? Essa cerveja, que nasceu em Blumenau, conquistou o paladar dos brasileiros com seus sabores únicos e alta qualidade.
E para os amantes da boa cerveja, preparei uma seleção especial com diversos rótulos da Eisenbahn, além de copos, taças e acessórios para você apreciar cada gole. Mas não para por aí! A seleção inclui outras marcas incríveis para você explorar novos sabores. -https://amzn.to/4gPeezd
Marta Gêes, jornalista e escritora, escreveu um ótimo artigo na edição de fevereiro da Revista Bravo.
Alguns trechos:
“... Um jornalista influente, assistindo a uma peça de teatro, pergunta, com alguma ansiedade, à sua editora, sentada na fileira em frente: ‘Nós estamos gostando?’. A história fazia parte do folclore das redações, nos anos 90. Acreditava-se ingenuamente que o mecanismo de copiar e impor opinião era a caricatura perfeita daqueles dois. Mas a piada nada tinha de exclusiva, dura até hoje e funciona bem em todos os territórios porque reproduz uma situação universal. Com olhos mais cínicos – ou apenas mais bem treinados – pergunta-se hoje, casualmente, ‘nós somos a favor?’. Seja de transgênicos, de Paulo Coelho, de Big Brother ou de qualquer desses temas que dividem opiniões. É a senha para indicar que se pretende adotar, por conveniência, uma postura, ou melhor, impostura, que facilite a vida naquela circunstância. Gostar errado pode arranhar a imagem e reavivar atritos desnecessários.
(...)
Os códigos são conhecidos. Trata-se de não destoar. O clichê das pessoas que leem Caras ‘no cabeleireiro’ e que viram cenas de novela das seis ‘por acaso, quando estavam passando pela sala’ é apenas a ponta mais visível desse iceberg. A maioria esconde suas preferências com medo de maldição. Se a lista não tiver mudado, é permitido gostar, por enquanto, de jardins minimalistas, de casas clean, de mulheres magras, de sabores exóticos, de exercício físico, de cabelos lisos, de sandálias havaianas. Pelo menos enquanto elas forem vistas em lugares caros (como informar, com uma sandália baratinha, que você tem dinheiro? E sem dinheiro vai ser difícil saber se podem gostar de você).
(...)
Na hierarquia do que é permitido gostar, a simplicidade é alvo de grandes desconfianças. Clareza, precisão, começo, meio e fim podem ser confundidos com pobreza e obviedade. ‘O artigo é bárbaro’ como todos os outros que ela publica todo mês na revista: nos faz pensar nessas exigências da sociedade em se adaptar à moda, em ter que ser aceito sendo um igual aos demais. E li esse artigo só depois de ter ido ao banco na sexta-feira fechar uma operação de câmbio: para ser bem tratada, vesti terninho, coloquei salto alto – eu, uma pessoa que vive de chinelo e camiseta e que não se preocupa nem um pouco com a aparência (salvo quando quero ser perua! Mas isso é um estado de espírito). Verdade, verdadeira: fui bem tratada. E essa estratégia veio depois de eu querer comprar um carro à vista e, por estar de bermuda e camiseta, quase que a vendedora riu da minha cara...
Sem contar as vezes que você gosta do que a mídia te faz gostar: eu não via Big Brother porque acho ridículo mas, todo mundo fala disso e eu me sentia por fora dos assuntos... O que é que eu fiz? Comecei a assistir!
Realmente, na prática, é muito difícil ser autêntico sem ficar parecendo um ser de outro planeta ou uma pessoa que realmente não se encaixa. Citando a citação da própria Marta Gêes no artigo, ‘é bom que exista de tudo, mas podem deixar que a gente mesmo escolha’, disse Nina Horta.
Escolher, eu até escolho, mas nem sempre você consegue fazer o que quer sem ter que se adaptar – e olha que eu costumo ser firme nas minhas decisões. Na maioria das vezes, isso é uma chatice, viu!?
O Rio de Janeiro continua lindo e agora mais inspirador: Gabriela chegou! Nascida e criada no interior de São Paulo, mais precisamente em Ribeirão Preto, a Cachaça Gabriela desembarca na Cidade Maravilhosa para conquistar os paladares mais exigentes, mesmo após o Carnaval.
Com o clima de praia e perfeita para um brinde, nossa cachaça orgânica e artesanal, produzida desde a plantação até o engarrafamento na fazenda paulista, chega ao litoral para dar um toque especial ao já conhecido swing carioca.
Pura ou em uma caipirinha, a Cachaça Gabriela é uma excelente opção. Com duas variedades, Prata e Ouro, armazenadas em madeiras brasileiras por pelo menos um ano, nossa cachaça oferece um sabor único e sofisticado. A Prata, com nuances suaves, é envelhecida em tonéis de jequitibá-rosa, enquanto o Ouro, mais encorpado, descansa em tonéis de amburana.
Encontre a Cachaça Gabriela no Leblon, na zona sul do Rio, no Universo Orgânico. A loja, como o nome sugere, oferece uma variedade de produtos naturais e orgânicos. Visite-nos na Rua Conde de Bernadote, 26 — lojas 105 e 106, no térreo da galeria ao lado do Teatro do Leblon.
Acabei de adotar o Juarez! Olha que fofo!!! Nem faz sujeira...
(só assim mesmo...)
PS. O site saite saiu do ar!
Conteúdo atualizado e tecnologia também atualizada!
Bitzee, o novo pet virtual que vai conquistar a criançada!
Já imaginou ter um bichinho de estimação super fofo, que não faz bagunça e ainda te diverte o dia todo? O Bitzee chegou para revolucionar a brincadeira! Esse pet virtual interativo da Sunny é a nova sensação do momento e promete conquistar o coração da criançada. Com mais de 15 personagens para colecionar, o Bitzee é perfeito para quem ama cuidar de um animalzinho de estimação, mas ainda não tem idade para ter um de verdade.
Interaja com o seu Bitzee, alimente-o, brinque e veja-o crescer! Cada personagem tem sua própria personalidade e reage de forma diferente aos seus cuidados. Além disso, o Bitzee é super portátil e você pode levá-lo para onde quiser!
A Sunny, marca conhecida por seus brinquedos inovadores, mais uma vez acertou em cheio ao criar o Bitzee. Com esse lançamento, a empresa reforça seu compromisso em proporcionar momentos de alegria e diversão para as crianças. - Veja mais na Amazon.
"Certamente a virtude � como os aromas preciosos, que são mais fragrantes quando esmagados: a prosperidade prontamente descobre o v�cio; mas a adversidade logo descobre a virtude."
Alguém pode, PELOAMORDEDEUS, ensinar matemática para uma pessoa que sempre foi da área de Humanas e, naturalmente, humana?
Pensando bem, não quero aprender! Eu queimo todos os meus neurônios para fazer contas e daí um minutinho, o dólar muda de valor de novo e, mais uma vez, tenho que quebrar a cabeça!
Isso é castigo por causa das aulas que eu cortei: eu odeio números e tenho de conviver com eles, depender deles... só gosto de números quando estão bem altos na minha conta... hehe
Admito: cálculos não são para mim. Alguém quer fazer as contas de preços FOB e CIF de Cachaça para mim, por favor?
Explicando melhor:
“Meu reino por um cavalo!” é uma frase famosa que, segundo a peça de Shakespeare “Ricardo III”, teria sido dita pelo rei inglês Ricardo III em um momento crucial de uma batalha. Desesperado e sem seu cavalo, o rei percebeu que sua derrota era iminente e, em um ato de desespero, teria expressado seu desejo de ter seu reino de volta em troca de um cavalo, que lhe permitiria escapar ou liderar suas tropas.
A frase se tornou um símbolo de desespero e da importância de um objeto em uma situação crítica. Hoje, é usada para expressar um desejo intenso por algo, mesmo que pareça impossível de conseguir.