Divagações, citações, fotos, livros e viagens.
Amigos, família, planos, projetos, música.
Opinião, conversa pra jogar fora, vontade de escrever.

30.1.08

"As grandes almas têm vontades. As mais fracas têm somente desejos."
(Prov�rbio chin�s)

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29.1.08

Hoje � Dia do Jornalista

Considero a profissão de jornalista interessantíssima e linda! E foi assim que, depois de ter estudado publicidade, acabei por fazer a faculdade de jornalismo também. Comunicação no seu sentido mais amplo: saber ouvir, saber contar uma história, saber usar as palavras do seu idioma. Ler e escrever com prazer.

Tem gente que tem esse dom desde sempre. Por gostarem de ler, por terem tido uma boa educação tanto na escola quanto em casa, por terem sido incentivados a pensar e ter opinião, tem muito jornalista que não precisa de diploma pra se auto-intitular como tal.

Eu admiro quem tomou essa linha como profissão: saber comunicar � uma coisa que se aprende todos os dias. E mais do que isso: as informações são consideradas importantes ou não por esses formadores de opinião. São eles que acabam decidindo qual ser� a prôxima discussão na mesa de um bar.

Muito poder nas mãos de poucos escolhidos.
Jornalista tem aos montes mas, profissionais mesmo, com �tica e tudo que se deve ser para exercer o poder da escolha, são poucos. E � para estes que dou meus Parabéns no Dia do Jornalista!

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28.1.08

Novo dicionário no mercado

... E eu A-D-O-R-O!!! (J� virou sonho de consumo)

Editora Larousse lan�a dicionário enciclop�dico ilustrado

O novo dicionário chega este m�s �s livrarias, com capa desenhada pelo arquiteto Oscar Niemeyer. A obra � uma versão brasileira do famoso Petit Larousse, a publicação mais vendida na Fran�a, tendo sua primeira publicação mais de 100 anos, São vendidos cerca de 1 milhão de exemplares por ano e a tradição de ser �ao mesmo tempo o mais completo, o mais documentado e o mais atraente dos dicionários manuaisó � mantida.

A obra re�ne cerca de 80 mil verbetes que abordam todas as faces do conhecimento, mas com o cuidado de apresentar informações relevantes e �teis, concentrando-se sobre o essencial da l�ngua e da cultura. Trata-se de um modelo de dicionário especial, que � ao mesmo tempo simples, por sua definição, e ambicioso por seus objetivos. Ele integra três elementos que geralmente são encontrados em livros distintos:

1. Um dicionário de l�ngua, com 55 mil verbetes, que explica o significado das palavras com clareza e descreve as realidades que as palavras designam. A l�ngua � mostrada como � escrita e falada hoje, com a norma culta e as g�rias, os regionalismos, os usos t�cnicos e profissionais. E ainda: origem das palavras, dificuldades gramaticais ou de pronência, exemplos de uso, locuções, novas palavras que surgem na atualidade e se estabelecem na l�ngua comum.

2. Um dicionário de nomes próprios, com 25 mil verbetes, que considera as realidades do mundo, como sua história, geografia, artistas, pensadores, entre outros, dos quais mais de 8 mil dedicados exclusivamente ao Brasil, com lugares, pessoas e instituições que formam a base de nossa cultura.

3. Junto ao texto, um acervo com mais de 2.500 imagens coloridas renova totalmente o conceito de dicionário. O valor informativo das centenas de quadros, desenhos, mapas, fotografias, esquemas e ilustrações facilita a compreensão dos verbetes. H� também mais de 300 mapas detalhados de todos os pontos do planeta.

Entre a parte dos nomes comuns, colocadas no comeão da obra, e os nomes próprios, apresentados no fim do livro, estão as conhecidas páginas intermedi�rias � como no Petit Larousse franc�s � com um texto que descreve a vida e a obra de Oscar Niemeyer. além disso, o dicionário � acompanhado de uma versão em CD-rom.

A edição do Dicion�rio Enciclop�dico Ilustrado Larousse foi um trabalho que demandou três anos de investimentos, entre estudos preliminares e a conclusão do trabalho editorial. só o processo editorial consumiu dois anos de dedicação, envolvendo uma equipe de mais de 50 pessoas, entre consultores especializados de diversas �reas, redatores, revisores, designers, lexic�grafos, cart�grafos.

Como o objetivo era produzir uma versão brasileira do Petit Larousse, era fundamental que a obra fosse feita no Brasil e não na Fran�a. Essa responsabilidade foi confiada ao Instituto Houaiss, que tem reconhecido know-how na edição de dicionários.

Atualmente, o Petit Larousse � publicado em franc�s, espanhol, italiano, grego e polon�s e suas edições são atualizadas anualmente.

Servião
Dicion�rio Enciclop�dico Ilustrado Larousse
Editora Larousse do Brasil
Autor: Equipe Larousse
Formato: 15 X 23,5 cm
N� de páginas: 1856
Preão: R$ 99,00

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25.1.08

Quatro anos


Hoje, eu e Marcelo, comemoramos quatro anos de namoro.
A declaração, em alemão, � só pra ele:
Baby, Eu te amo, porque sem você eu não posso ser.

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24.1.08

O mal da dependência

A Internet não est� me deixando trabalhar, nem pensar, nem fazer nada!
Aqui � assim: quando chove, ela decide ficar preguiãosa e praticamente não trafega nada!

Estou tentando...
Quem sabe hoje ela resolve ajudar!

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22.1.08

T� difícel de novo...

"Nunca olho para o que j� foi feito, mas para o que est� por fazer."
Marie Curie (1867-1934), Pol�nia

Olha... Se eu seguir esse conselho, provavelmente desista de tudo. Se eu não olhar para três e vir que fizemos algumas mudan�as e que trouxemos alguns resultados para a nossa empresa, vou desanimar. Porque quando olho pra frente, vejo o tanto que ainda precisa ser feito e como a luta ainda tem que ser muito ferrenha para mudar conceitos de cabeças-duras, que não entendem que o novo deve ser aceito.

Estamos numa encruzilhada: seria muito triste desistir de tudo e deixar pra três tudo que conquistamos até agora � o que, �s vezes, � muito difícel de medir. Mas não est� sendo nem um pouco fácil não conseguir enxergar um futuro muito diferente do que temos hoje � muita discussão e pouca ação. Ter que arrega�ar as mangas e fazer TUDO est� mais do que cansativo. Chega a ser estafante...

Esta novela est� longe de ter um fim. Mas talvez ela tome outros rumos logo.

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N�s na TV!

Semana passada, o pessoal da Clube, TV de Ribeirão Preto, esteve na fazenda, pra fazer uma matéria sobre a Cachaça Gabriela. Ou seja, vamos aparecer na TV em qualquer um dos programas do Jornal da Clube essa semana!

Tiramos fotos do "acontecido". Clique aqui e veja a produção! hihihihi

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20.1.08

Recorte

"você se lembra de quando descobriu que a amava?", pergunto antes de me despedir. "não... Na verdade, não houve um momento xis, uma epifania. Nossa relação não possui uma origem, como algo que contivesse tudo que veio depois. Sandra pertence � ordem do tempo, dura comigo no tempo. Por que � ela? Porque foi sendo. O amor � um neg�cio muito arbitr�rio. não existe aquilo de 'fulano nasceu para beltrana'. O amor, �s vezes, � apenas um disparate."

(Trecho de entrevista de Nuno Ramos, um dos mais criativos e irriquietos artistas brasileiros, pintor, escultor, desenhista, compositor e escritor, concedida a Armando Antenore, sobre sua mulher, na Revista Bravo, edição janeiro/2008.)

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17.1.08

Feliz aniversário!

Hoje faz um ano que criei esse blog.

Tem dias, como hoje, que acho que seria melhor não t�-lo, para não querer escrever coisas que só dizem respeito a mim e que não devem ser faladas.

Mas, na maior parte do tempo, ADORO escrever aqui e venho me realizando muito, computando mais de 100 acessos por dia.

Pra quem nunca achou que seria lida, até que o balanão vai bem...
Sem contar que isso aqui � uma terapia!!!

Valeu, meu querido blog!
você me faz muito bem!

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15.1.08

Uma breve história do mundo

Uma visão geral sobre a humanidade e sua história � essa � a melhor definição que posso dar sobre o livro que acabei de ler. � muita informação sobre desde o surgimento do homem há 2 milháes de anos na �frica, até a chegada do homem � lua e aos dias atuais.

São somente 342 páginas pra contar muita coisa no livro �Uma breve história do Mundo�, escrito pelo professor da Universidade de Harvard e da Universidade de Melbourne, o historiador Geoffrey Blainey � suas aulas devem ser uma delícia, j� que escreve de uma forma tão simples e imparcial sobre a nossa evolução.

Primeiro, o homem desceu das �rvores, na �frica. Deste ponto em diante, se tornou um explorador: descobrindo plantas comest�veis atrav�s do acerto e erro, muitas vezes morrendo envenenado. Ca�ava o que podia com seus instrumentos ainda muito r�sticos, como pedras. E cada vez ia mais longe para descobrir novas formas de se alimentar e viver. Era n�made, até que encontrasse um lugar que considerasse interessantes para viver � e nestes lugares, as gerações posteriores se esqueciam de seus antepassados e de onde vinham. Começaram a plantar e domesticar animais e a se instalar em lugares certos.

Neste tempo, j� estavam espalhados pela Europa, Am�ricas, �sia, Nova Zel�ndia, Austr�lia (que ainda não tinham esses nomes, � claro). Os mares subiram, as configurações dos continentes mudaram e as tribos deixaram de ter a possibilidade de contatos entre si (o que j� não acontecia, pois estavam muito distantes uns dos outros) e assim, cada uma cresceu e evoluiu conforme as possibilidades de sua região.

A utilização da madeira das florestas, as plantações perto de rios (utilizando os sedimentos que estes deixavam depois das cheias) foram as primeiras devastações de solo que aconteceram. E com elas, a erosão, o empobrecimento do solo e a necessidade de encontrar outras alternativas para se alimentar. Os homens tinham bem definidas as estações do ano, vivendo em função delas: no verão, a colheita e o armazenamento para o inverno; na primavera, os plantios � e assim por diante.

A criação da roda; a descoberta do milho nas Am�ricas; a fabricação de cervejas (que as crianças também tomavam); as plantações de algodão para fazer roupa; e a importação da seda da China para todos os lugares possíveis na época do Imp�rio Romano. A riqueza do Egito, as cidades do Oriente M�dio; a criação da imprensa, da palavra escrita; a história das religi�es, sendo explicadas sem f�bulas e de uma forma prítica; o surgimento do juda�smo.

Jesus era filho de carpinteiro � na sua época, isso significava ter muito conhecimento. E ele era um ex�mio orador. Ele simplesmente facilitou os ensinamentos e deveres dos judeus e assim, criou uma religião mais male�vel para a época. Fala-se de Maom� (casado com uma vi�va rica que muito o ajudou e depois, escreveu sobre as mulheres serem inferiores), criador do isl�.

E depois, o descobrimento das Am�ricas, da Austr�lia; conhecimentos de medicina; a revolução com a m�quina de vapor; a deterioração de povos; a unidade europ�ia e suas col�nias; as guerras na China, no Japão, entre os pa�ses europeus; a Primeira e a Segunda Guerra Mundial � quem foram Hitler, St�lin, Mussolini. A ciência como novo imp�rio � o conhecimento como arma e como possibilidade de paz.

� uma visão de tudo. E claro, se for de seu interesse, � preciso se aprofundar. Mas, para ter um conhecimento geral, sem ter que dividi-lo em matérias de história e geografia, como se faz na escola. Tudo � fundido aqui: as duas matérias e ainda a literatura, de suma importência para os registros de outras épocas. Um livro interessantíssimo e que vou reler daqui um tempo � pra não deixar escapar nada!

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14.1.08

Casamento de gringo

E j� que o assunto � casamento...

Mais uma sórie de fotos de Col�nia, na Alemanha: desta vez, foram todas tiradas na frente da prefeitura da cidade, onde normalmente acontecem os casamentos na Europa � os gringos são mais pr�ticos e esse neg�cio de igreja, religi�es diferentes e coisa e tal, só complica!

O mais interessante � que � mais ou menos como nos cart�rios do Brasil: v�rios casais reservam seu dia (com muita antecedência, principalmente se for no verão) e vão casando um em seguida do outro. Como a rua � p�blica e os convidados são muitos, vai só juntando gente, de todos os tipos. Tem famílias que fazem a festa na frente da própria prefeitura. Trazem as guloseimas no carro, montam as mesinhas e brindam ali mesmo, com champagne e suco de laranja para as crianças.

também tem todo tipo de noiva: das mais elegantes �s mais bregas, pode-se ver de tudo e cada um faz como quiser. Cada um na sua, cada qual no seu lugar. (E isso � o que eu mais gosto dos gringos: ningu�m se mete na vida de ningu�m!)



Ah! E na rua da frente da pra�a da prefeitura tem uma loja de vestidos de noiva! Lugar muito bem selecionado para o com�rcio! ;)

Neste dia, me apaixonei pelo casal em que ela usava o chap�u preto (eu AMO chap�u!) e uma roupa discretíssima, com seu buqu� vermelho. Sem contar que o noivo era um desbunde de lindo!

Pareciam sa�dos de um edital de revista de moda. não ag�entei e fotografei MESMO! As fotos abaixo são deles, � claro! Isso � que � casar com estilo: não precisa ser muito � estavam somente eles e provavelmente os velhinhos que cumprimentaram eram seus pais. não falavam alemão. Por isso, conclui-se que um dos dois veio de outro pa�s... Uma cerimônia que deve ter sido simples, com uma comemoração muito �ntima � e chiqu�rrima, gra�as � elegância dos dois.

Olha que deslumbrantemente L I N D O S ! ! !

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Saudações pra quem tem coragem

E eu achando que a fase de casamentos tinha acabado... Mais uma leva de amigas resolve "contrair bodas" neste ano de 2008.
Boas not�cias que comprovam que estão felizes! Parabéns!!!

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11.1.08

K�ln - para n�s, Col�nia - Deutschland

Voltando �s fotos ainda não publicadas de nosso passeio europeu, da sória "uma m�quina fotográfica na mão e uma id�ia na cabeça" (que na de Marcelo era: fotografar TUDO, tanto pessoas e o comum, quanto os detalhes que ningu�m v� e o que resultou em fotos tão bonitas, que são dif�ceis de escolher).

A partir de agora, estamos na Alemanha, em Col�nia, onde ficamos na casa de Tha�sh. As fotos abaixo são de nosso primeiro dia na cidade � o que significou muuuitas fotos. Como fomos pra l� pra realmente trabalhar, as fotos são mais gerais. Se quiser saber o que exatamente fomos fazer l�, leia aqui.

Pra quem sabe geografia, vou ser redundante. Pra quem não sabe, o rio Reno passa pela cidade de Col�nia, que � uma das maiores do pa�s. só que mesmo sendo grande, ela continua com cara de nossas cidades maiores do interior � nada enooorme como São Paulo, por exemplo. além disso, há leis que pro�bem a construção de novos pr�dios no centro antigo e também uma lei mais legal ainda que exige que NADA na cidade seja mais alto do que a Dom, a catedral que � o sómbolo e cartão postal de Col�nia. Como não há nada mais alto do que ela, não d� pra ter noção de seu real tamanho. Mas eu posso dizer: olhar pra cima, para v�-la, chega a dar tontura. E você sabe que as pessoas da cidade podem se casar l�? Muito legal!

Col�nia também tem outra caracter�stica deliciosa, que � só sua: a cerveja k�lsh. � o tipo da cerveja. Da mesma maneira que existe a cerveja pilsen, a lager, a escura, etc., em Col�nia há a cerveja k�lsh: ela � mais "aguada", mas de uma maneira que a faz deliciosa. � típica deles e desce como �gua mesmo � o que na verdade � muito bom, porque a cerveja l� � mais barata do que a �gua ou um refrigerante nas cervejarias. E claro, cada cervejaria tem a sua própria cerveja k�lsh. Uma pena que não deu pra experimentar todas...

Ai, ai... Deve estar um frio bom por l� agora!
Mas, j� falei muito. Veja as fotos:


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Visitas ilustres mais uma vez

Ano passado, nessa mesma época, a Cachaça Gabriela recebeu a visita de duas das minhas amigas que moram na Europa e seus digníssimos namoridos. Faltava a Tha�sh, que não p�de estar presente naquela vez, mas que agora teve visita exclusiva com o Christian, seu noivo.

No �ltimo sábado, antes de voltar para a Alemanha, eles estiveram na fazenda, fazendo um tour bem gringo. O passeio did�tico sobre a produção de Cachaça não p�de ser completo porque a produção da bebida só acontece entre maio/junho e setembro/outubro.

O Christian se aventurou em experimentar Cachaças retiradas diretamente dos tonéis e que ainda estão com a graduação alcoólica um pouco fora do normal do produto, j� que algumas ainda têm que descansar por mais um ano ou as novinhas mesmo, por mais dois anos.

Anyway, acredito que tenha valido a experiência. E claro, receb�-los em minha casa foi melhor ainda! ;)

Um brinde ao novo ano: Baby, Tha�sh, eu e Christian.

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Dicas de etiqueta para receber � mesa

Aqui em casa, minha mãe tem uma classe nata para servir. Tudo muito pr�tico mas, sempre com um toque de sofisticação � eu sou f� de sua elegância na simplicidade de bem servir. Sem contar, � claro, que seu tempero � divino e sua mão também, tanto para pratos elaborados quanto para os mais simples. Rosy tem classe e eu espero saber receber como ela quando eu crescer.

Detalhes são o mais importante: um arranjo de flores, guardanapos coloridos, uma toalha bonita... Algo do tipo sempre faz a diferen�a! Abaixo, um release que achei legal publicar, com algumas dicas de etiqueta.

você costuma fazer festas em casa?

Receber convidados em casa pode ser mais simples do que se imagina. Os relacionamentos sociais dos dias de hoje são mais baseados na cordialidade do que no formalismo, fato que acaba incentivando a volta da recepção em casa. Mas o que fazer para receber bem amigos e parentes?

Para quem não tem experiência � preciso conhecer regras básicas. Saber como colocar a mesa � quase tão importante quanto ter um bom card�pio. Dani Fontana e Paula Rocha, da NEO10, revelam que �receber não � mais lan�ar mão de uma sórie de regras r�gidas de etiqueta e oferecer jantares com inúmeros pratos e muita formalidade. você pode receber para um almoão, jantar, um drinque de maneira descontra�da e bem planejada�. O que � necessério então para uma boa recepção? além de criatividade � preciso ter em casa um m�nimo de utensólios necessérios.

A mesa
Tenha sempre copos, talheres e pratos em número superior ao de convidados, evitando que alguém fique sem ter como se servir. você pode usar guardanapos de tecido, se tiver em número suficiente, mas se não, use mesmo os de papel, mas daqueles de tamanho maior, não os pequeninos usados em restaurantes.

Convidados
Por exemplo, na hora de decidir qual o tipo de servião ir� utilizar, certifique-se do número exato de convidados e do tom que você quer dar � reunião.

Se você não disp�e de lugares suficientes � mesa para um jantar a francesa, parta para a opção de um jantar � americana, com os pratos e os talheres colocados num aparador ou buffet.

:: Servião � francesa: � um servião cerimonioso, sofisticado e exige conhecimento por parte de quem recebe e dos empregados envolvidos. Em ambiente familiar esse servião deve ser usado para, no máximo, doze pessoas. Os convidados se sentam em lugares determinados pela dona da casa e a mesa j� deve estar posta. Geralmente, os anfitri�es ficam na cabeceira da mesa e os casais separados. Intercale sempre homens e mulheres.

:: Servião � americana: a refeição fica em um buffet onde são facilmente servidas. Os pratos e talheres podem ser arrumados em uma mesa ou empilhados no mesmo local onde est� exposta a comida. � um servião informal e pr�tico, mas que não perde o charme nem a elegância. A bebida pode ser servida enquanto os convidados se alimentam ou por cada um individualmente. Da segunda maneira, ofere�a a primeira rodada e informe que eles mesmos deverão se servir.

:: Servião familiar: � um servião muito comum entre n�s quando recebemos convidados �ntimos. As travessas são colocadas no centro da mesa e os talheres são dispostos conforme os lugares. A dona da casa, ajudada pelo marido e filhos, deve servir os convidados. No caso de número maior de pessoas, a anfitri� deve convidar cada um a se servir. Dani Tranchesi e Paula Rocha, da NEO10, lembram que �em casa � comum termos lugares marcados, mas devemos sempre ceder os melhores lugares �s visitasó.

Sobre a NEO10
Empresa especializada em assessoria de eventos. Oferece soluções para casamentos, conferências, lançamento de produtos, semin�rios, festas infantis. Acompanha todos os detalhes desde o planejamento, até contratação de fornecedores, cerimonial, gastronomia.

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9.1.08

Primeiras fotos de 2008

01.01.08: Passa da meia-noite e j� fizemos a contagem regressiva.
� hora de começar o ano, sempre abra�ada com os amigos!

Tia Tha�s estava com os dois sobrinhos-beb�s na praia (inveja...)!
E eu estava com a sister Joice: filha adotada!

O ano promete para o casal que casa em 2008!

J� que a viagem � Riviera nos permitiu encontrar e abra�ar tanta gente querida, � preciso registrar!

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Historinha mal contada

Estou achando essa história do roubo das obras de arte do Masp beeeeem suspeita. Vou explicar: não � de hoje, nem do m�s passado mas, há quase um ano, que venho ouvindo e lendo a respeito das dificuldades que o museu vem passando. D�vidas acumuladas, pouca visitação, nenhuma ajuda do governo, �nfimas divulgações, mostras mal elaboradas. Vi gente fazendo campanha para revigorar o tal museu (que eu adoro), discussóes acaloradas sobre estatiz�-lo, críticas duras a seus curadores anteriores. Enfim... Muita discussão e pouca ação.

A�, no m�s passado acontece todo esse furd�ncio e o furto de duas obras de arte importantes do acervo do museu, que não tinha nenhum tipo de sistema de segurança, que não tinha nem mesmo funcion�rios na hora do roubo. O Retrato de Suzanne Bloch, de Picasso e O Lavrador de Caf� (acima), de Portinari, foram levados facilmente. Uma vergonha e muita m�dia.

E você sabe bem como a nossa pol�cia � eficaz, como nossos investigadores demonstram resultados r�pidos e não perderm uma pista. E agora, menos de um m�s depois de terem sido roubados � 19 dias, pra ser exata �, os quadros são encontrados sem nenhum arranhão, depois de pedidos de resgate, � claro.

não sei não... Tire suas próprias conclusóes, leia a historinha aqui e depois me diga se não foi muito oportuno todo esse bl�-bl�-bl� sobre o roubo. Pra mim, a� tem "jeitinho brasileiro" de chamar a atenção pra um outro problema do museu: a falta de dinheiro e a necessidade de ajuda externa.

Se eu fosse consultora financeira, daria a solução: venda uma ou duas obras de arte, pague as contas e se refa�a. não estou sendo radical � o neg�cio � ser pr�tico. Antes "perder" alguns quadros do que todos.

Mais do que nunca, o ditado "A ocasião faz o ladrão" faz muito sentido...

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8.1.08

O melhor e o pior

O jornal The Wall Street Journal publicou em dezembro uma lista com o que foi considerado o melhor e o pior da propaganda no ano passado.

V�rias id�ias muito boas como a Campanha para a Real Beleza da Dove (Custo de USD 150.000 / quase 29 milháes de visitas na internet /dezenas de filmes amadores com grande visibilidade imitando e repercutindo o conceito); a transformação de lojas 7-Eleven em supermercados id�nticos ao do desenho dos Simpsons (os itens de merchandising venderam o dobro / mais de U$7 milháes em publicidade gratuita em m�dias / 10 milháes de acessos ao site no dia de lançamento da campanha).

O pior, segundo o artigo, foi a campanha de guerrilha do Cartoon Network em Boston (Sinais luminosos foram espalhados pela cidade e confundidos com uma amea�a terrorista; estações de trem e ruas foram bloqueadas pela pol�cia, causando enorme transtorno / A campanha abalou a cren�a das campanhas de guerrilha resumida pelo ditado �pe�a perdão mas não pe�a permissão� / A Time Warner pagou U$ 2 milháes em multa para a cidade, com enorme desgaste para sua imagem ); a Bud TV também foi fracasso (A cerveja Budweiser lanãou um canal de TV na Web com mais de 2000 minutos de programação original, a um custo de mais de U$ 15 milháes e o resultado foi insignificante: 1 milhão de v�deos vistos e um tempo m�dio de visita de 7 minutos).

E muito mais que pode ser lido, visto e acessado no próprio artigo. Por causa dele, vi a tal da campanha da Dove, que tem sua versão brasileira, � claro. Mas o an�ncio � muito legal e melhor ainda são as par�dias. Diversão garantida! Veja o original e depois uma das par�dias:




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7.1.08

True


�It is far easier to travel than to write about it.�
David Livingstone

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F�rias: do Natal ao R�veillon. E além

Meus presentes de Natal, abaixo. Foram todos perfeitos. Thanks, Baby.
O livro foi comigo para a praia (olha que mar azul, que dia lindo!!) e assim que eu terminar de ler, posto meus Comentários sobre ele aqui. E olha n�s no R�veillon, em Riviera de São Lourenão: pretinhos!
Pois bem... Ando meio monossil�bica para escrever porque ainda estou meio preguiãosa. Depois de ficar uma semana inteirinha sem olhar para o computador, sem acessar a Internet, sem saber de not�cias que não fossem aquelas ouvidas na TV da pousada entre um cochilo e outro, � duro voltar ao ritmo. E na verdade, eu nem quero acelerar tanto logo na primeira marcha.

Voltamos da praia e logo de cara tivemos que tomar algumas atitudes bem sórias para desembara�ar o n� que ardia no meu estêmago: comunicação � a alma do neg�cio e deixar decisóes sórias para depois nem sempre � a melhor solução � acho que não � nunca mas, vai saber... Mas, voltando: deu certo. E parece que 2008 começa bem mais leve.

As coisas vão voltando ao normal, com um novo astral. Eu nem acredito muito nisso de virada de ano, de mudan�a de atitudes só por causa de uma data mas, parece que est� funcionando!

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Retrospectiva: noite de prov�rbios



Pra comemorar o fim do ano, colocar a fofoca em dia, dar conselhos e opini�es, nada melhor do que fechar o ano com chave de ouro com Juliana e Pinguim do centro da cidade.

Muitas gargalhadas, conversa sória e "espairecimentos". O que marcou mesmo o fim de tarde de um domingo antes do Natal foram as frases de efeito: "Qum não come melado, quando come se lambuza"; "Quem avisa amigo �"; "A cavalo dado não se olha os dentes"; "Deus ajuda a quem cedo madruga"; e uma infinidade de prov�rbios que se encaixavam perfeitamente aos assuntos beb�sticos.

** Ju, foi um �timo jeito de terminar o ano.
Melhor ainda vai ser começar com você. Que dia a gente marca de novo? ;) **

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3.1.08

Ano Novo com todos os pingos nos is

Sol na praia, amigos na virada, beijos no primeiro minuto.
Uma irm� ao meu lado.
Mãos dadas, 7 ondinhas, fogos de artif�cio, cerveja para Iemanj� e promessas sem respostas (por enquanto).

E não � que 2008 comeãou resolvendo muitos problemas de 2007?
E além de tudo, muita animação e boas novidades.

Vamos começar o ano!!!!
(Amanhã comeão de verdade aqui no blog. Hoje foi só pra dar um oi e mostrar meu bom astral, RE-NO-VA-DO!!!)

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