Divagações, citações, fotos, livros e viagens.
Amigos, família, planos, projetos, música.
Opinião, conversa pra jogar fora, vontade de escrever.

23.3.10

J� estou arrepiando!

N�o sou f� de futebol, nem conheço os jogadores. Falo que sou palmerense porque meu pai � � mas n�o sei nem quando tem jogo!

Mas �s v�speras de mais uma Copa do Mundo, n�o tem jeito: o ufanismo, o sentimento de uni�o, a empolga��o toma conta da gente. Como se fosse uma coisa de outro mundo, a gente se sente orgulhoso, animado, empolgado mesmo com a possibilidade de ser mais uma vez campe�o � e se tornar hexacampe�o!

A festa que se faz, todo mundo junto torcendo. Muito pensamento positivo � o que s� pode fazer bem pra todo mundo.

A dan�a que os africanos criaram pra propagar a festa que vai ser, s� vem de encontro a tudo isso. E s�rio: fiquei arrepiada ao assistir ao v�deo a� debaixo. Tomara que vocé sinta a mesma coisa:

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21.3.10

Consciência

Eu ando convivendo com muita gente diferente uma da outra. Eu ando lendo bastante Reader�s Digest. Eu ando aprendendo a ter cada vez mais gentileza em meu cora��o. Eu ando me preocupando com o lixo que produzimos.

Porque em resposta, eu tenho sorrisos, simples gestos de carinho, muito aprendizado, respeito e bem estar.

Acredito sinceramente que para o mundo ser diferente, somos nós que temos que assumir o compromisso de sermos mais educados, mais pacientes, mais conscientes. Assim, pequenas coisas fazem a grande diferen�a na convivência, no tr�nsito, no sistema.

Eu trabalho com cervejas e o consumo delas faz com que produzamos muito lixo recicl�vel: garrafas de vidro. A gente tenta reutilizar, a gente vende para ferro velho e assim, tento pensar que fa�o uma pequena parte do que � poss�vel para melhorar o planeta.

Veja o v�deo abaixo. vocé vai se animar a tentar fazer algo melhor, conhecendo a realidade consumista dos norte-americanos:



Gentileza, com as pessoas e com o meio ambiente, gera gentileza. E lembre-se: rezar e agradecer � sempre importante! ;)

Ah! Tudo isso � exemplo da minha m�e, seguido � risca.

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20.5.09

vocé tem estilo?

Se sim, pode ser fotografado por Scott Schuman, criador do blog The Sartorialist, especializado em buscar an�nimos estilosos mundo afora.

O norte americano est� em São Paulo, contratado para fazer a campanha do primeiro aniversário do Shopping Cidade Jardim e ir� registrar os frequentadores passeando nos corredores e jardins do centro de compras nos dias 20 e 21 desse m�s.

Em seu blog, Schuman re�ne fotos que flagram pessoas an�nimas que o cativam pelo visual e originalidade de suas roupas em ruas de diversas grandes cidades do mundo.

Obs.: O melhor de tudo do blog � a homenagem que ele fez ao pai, que faleceu no m�s passado. As fotos antigas dele s�o lindas. Veja direto aqui!

(A foto acima, foi tirada em um caf�, em Paris!)

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Pra guardar

No meu blog tem muitas coisas que eu quero guardar: textos que eu gosto, sites que me interessam, fotos queridas.

Neste post, esse � o caso: quero guardar os links de bons blogs de viagem que a Revista Viagem e Turismo publicou na sua �ltima edi��o. Olha s� que delícia:

* A Janela Laranja
Quem faz: Marcio Nel Cimatti
Destinos: Holanda, Gr�cia, Itália, B�lgica, Espanha e Escandin�via

* A Turista Acidental
Quem faz: Em�lia Fernandes
Destinos: Gr�cia, Buenos Aires e Costa Rica, entre outros destinos

* Conex�o Paris
Quem faz: Maria Lina
Destino: Paris

* Idas e Vindas
Quem faz: Carla Portilho
Destinos: Nova York, Buenos Aires e Peru

* Viaje na Viagem
Quem faz: Ricardo Freire
V�rios destinos no Brasil e no exterior

* Viajar Bem e Barato
Quem faz: Rachel Verano
V�rios destinos

Ultimamente esse � o �nico jeito que eu tenho pra viajar...

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8.10.08

Ah, se fosse l� em casa!

Erro faz vinho sair pelas torneiras em cidade italiana

Valqu�ria Rey
De Roma para a BBC Brasil

Moradores da cidade italiana de Marino, na regi�o central do pa�s, foram surpreendidos com o que parecia ser um milagre: das torneiras de suas casas come�ou a jorrar vinho branco, em vez de �gua.

O inusitado incidente ocorreu no �ltimo domingo, durante a abertura da 84� edi��o da Festa da Uva de Marino - a mais famosa festividade do estilo no pa�s.

Tradicionalmente, para marcar o in�cio da Festa, milhares de moradores fazem uma contagem regressiva ao redor da Fonte dei Quattro Mori, no centro da cidade, para ver a 'transforma��o da �gua em vinho', quando a fonte passa a jorrar, ao inv�s de �gua, uma boa qualidade de vinho branco.

Todos os anos, a Fonte � abastecida com barris de tr�s mil litros de vinho para garantir o sucesso das celebra��es. No entanto, os respons�veis pelo abastecimento das fontes de �gua espalhadas pelas ruas da cidade giraram a alavanca errada no momento da abertura da Festa e, em vez de enviarem vinho para a Fonte, mandaram a bebida para casas da cidade.

'Milagre' � Algumas donas de casa de Marino � que possui cerca de 40 mil habitantes � estranharam o odor familiar que sa�a das torneiras e foram as primeiras a notar que n�o se tratava de �gua.

Uma moradora estranhou o cheiro quando limpava o cháo de sua casa. Mas n�o reclamou, porque considerou o odor agradável. O mesmo ocorreu em outros condom�nios. Muitos acreditaram se tratar de um milagre da Virgem do Ros�rio, a padroeira da Festa da Uva mais famosa da Itália.

Sem saber o que se passava nas casas, milhares de moradores, que aguardavam ansiosos a abertura das festividades com copos de pl�stico nas mãos, se decepcionaram ao ver jorrar da Fonte nada mais do que �gua. As autoridades avisaram que o problema seria solucionado o mais r�pido poss�vel e, depois de dez minutos, o vinho come�ou a jorrar da Fonte normalmente.

Segundo o prefeito de Marino, Adriano Palozzi, ainda n�o se sabe a quantidade exata de vinho que foi desperdi�ada. De acordo com ele, o incidente ocorreu devido a uma falha humana, que deve ser minimizada. "Foi um erro t�cnico n�o previsto, que acabou se transformando numa coisa simp�tica para as pessoas", disse o prefeito � BBC Brasil.

"� uma coisa que pode acontecer, porque o trabalho � todo feito manualmente", afirmou. "Resolvemos tudo em poucos instantes sem ocasionar qualquer problema para quem estava na festa e para quem ficou em casa naquele momento", disse Palozzi.

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8.9.08

J�ias roubadas

Mike and Maaike � uma parceria entre dois designers que fazem pesquisas em design experimental, id�ias progressivas e solu��es inesperadas para m�veis e meio-ambientes.

A proposta das j�ias roubadas foi a seguinte: eles buscaram na Internet as j�ias mais famosas do mundo. Encontrando as imagens, super dimensionaram, estourando os pixels, resultando nessas fotos que vocé v� aqui. Os colares que criaram com essas imagens s�o de couro.

Legal, n�!? No site deles tem mais arte ainda!

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Shit happens

Just be prepared.

Olha que gracinha: uma agência de design de Berlin criou a sacolinha para as pessoas que levam seus dogs para passear e fazer suas necessidades.

O slogan � esse: Shit happens. Just be prepared.
Tem v�rios modelos de sacolinhas, todas simp�ticas e com um cachorrinho desenhado.

No site, eles ainda ensinam como usar essa facilidade:

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5.9.08

Música fácil

Músicas, v�deos, audiolivros e toques de celular sendo comprados diretamente de uma m�quina � a FunStation. A novidade chega na prôxima semana � Fnac da Av. Paulista de São Paulo e planeja ser uma alternativa ao uso do computador no quesito compra de conte�do. Ser� um totem com tela sens�vel ao toque. Por meio dele, o interessado adquire material por valores entre R$ 0,50 e R$ 3,50.

Um m�s ap�s o lançamento, est� prevista uma plataforma web que servir� como forte canal de venda para artistas. As músicas poder�o ser comercializadas sem interm�dio de gravadoras. O legal � a proposta de a m�quina tamb�m ter conte�do gratuito, a ser patrocinado pelas próprias gravadoras em nome de divulga��o da marca.

A esta��o foi idealizada por Bruno e Armando P�rico Neto em conjunto com estudantes italianos e alemães e desenvolvida na Faculdade de Tecnologia de Lugano, na Su��a.

Veja aqui, como vai ser.

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Rebola...

Um estudo feito por pesquisadores da Esc�cia e da B�lgica indica que pode ser poss�vel saber o histórico de orgasmos de uma mulher atrav�s da forma que ela anda.

A pesquisa, publicada na revista Journal of Sexual Medicine, indica que especialistas em sexualidade podem fazer a an�lise desses orgasmos apenas ao ver as mulheres andando.

De acordo com o blog Scientificblogging.com, a pesquisa analisou 16 estudantes universit�rias belgas, que preencheram um question�rio sobre sua vida sexual e foram filmadas � distência andando em locais p�blicos.

Quatro especialistas, que n�o tinham visto o question�rio, assistiram aos filmes. No final, eles conseguiram deduzir o orgasmo das mulheres apenas ao ver as imagens, com 80% de acerto. O estudo tamb�m indica que a soma de passos largos e rota��o da v�rtebra facilitava o orgasmo das mulheres.

Entre as explica��es para o fen�meno estão caracter�sticas anatêmicas, a confian�a que mulheres demonstram ao andar ou a sa�de mental delas.

Portanto, ligue o bot�o "t� me achando" e ande rebolando, com o nariz em p�! Isso vai te ajudar na hora do vamos ver! Sem contar que chama a aten��o de qualquer um ser uma pessoa que transmite confian�a! ;)

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22.8.08

Inteligente

� bom quando as pessoas nos tratam como pessoas que pensam, n�o �!? Odeio quando desprezam nossa capacidade de discernimento e inteligência.

Por isso, considero ano eleitoral um porre. Assisitir ao hor�rio eleitoral chega a ser hil�rio � quando n�o, uma ofensa. Muita gente despreparada tenta se eleger (e muitos conseguem). N�o vou dar desconto nenhum pra eles: falar errado, cantar, fazer micagens, prometer o imposs�vel, tudo pra chamar a aten��o, � me chamar de burra � como a todos os outros eleitores. Isso me irrita bastante.

Nesse mar de "faltas de considera��o" � sua inteligência, o TSE surpreendeu: fez uma campanha inteligent�ssima e simples � fácil de entender por qualquer pessoa, com qualquer n�vel de educa��o.

A agência W/Brasil, do premiadíssimo Washington Olivetto, foi quem fez a campanha. Mas, como eles na verdade tem como pol�tica interna a proposta de n�o se envolver com a pol�tica nacional, fizeram o trabalho como uma doa��o ao TSE, como um movimento volunt�rio. S�o seis filmes de 1 minuto que mostram o quanto vocé pode perder em 4 anos, se fizer uma escolha errada, nesse caso fazendo uma analogia � hora de votar.

Todos os coment�rios que venho ouvindo de quem j� assistiu a algum dos comerciais s�o positivos. O TSE conseguiu o que queria: mexer com o eleitor! E deix�-lo um pouco mais confort�vel para n�o se sentir ignorante quando v� algo de qualidade. A W/Brasil, como sempre, mandou muito bem! Isso ainda vai dar premia��o em Cannes! ;)

Veja um dos comerciais, o ''Sapateado". Tem ainda "Cometa", "Carro", "Abelhas", "Emo��es" e "C�rculos". Se n�o viu na TV, procure no YouTube � vale a pena assistir.


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9.8.08

Sempre pol�mica

Monge tibetano rezando com soldado chin�s? � claro que isso tem que ser campanha da Benetton!


No dia da abertura dos Jogos Ol�mpicos de Pequim, a marca veiculou em algumas publica��es internacionais importantes como Le Monde, Corriere della Sera e Internation Herald Tribune, a imagem acima, com a palavra "V�timas" ao fundo.

Segundo a Benetton, seu objetivo � chamar a aten��o e encorajar uma reflex�o mais ampla sobre uma convivência pac�fica. "V�timas" � tamb�m o t�tulo da nova edi��o da Revista Color, publica��o trimestral customizada da Benneton que sempre destaca um tema, naturalmente, pol�mico.

Nesta edi��o, ela veicula trinta fotos do terremoto que devastou a regi�o de Sichuan, juntamente com trinta ora��es dos monges tibetanos, que oferecem �s v�timas suas palavras de f� e de esperan�a.

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23.7.08

Lei Seca no Brasil

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8.7.08

Como se nada fosse


A partir desta quarta-feira, 9, ser� poss�vel escutar na �ntegra o novo CD de Carla Bruni atrav�s de seu site oficial. O lançamento do disco est� marcado para a prôxima sexta, mas poder� ser ouvido na internet at� 21 de julho.

Ser� que ela vai cantar em franc�s (tomara!) ou em ingl�s? De qualquer forma, vai ser uma delícia ouvi-la cantar � como sempre!

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16.6.08

100 anos de Jap�o no Brasil: agricultura, tecnologia, manias e tradi��es

No 100� ano da chegada dos primeiros imigrantes japoneses no Brasil, o pa�s respira a milenar cultura nip�nica.

No dia 28 de abril de 1908 começava uma jornada repleta de expectativas, sonhos e sem data de retorno. Dois meses de viagem parecia uma eternidade para famílias inteiras que deixaram o Jap�o, a bordo do vapor Kasato Maru, que aportaria em Santos no dia 18 de junho. Passados 100 anos � indiscut�vel a importência desse povo no desenvolvimento do nosso pa�s. Das lavanderias �s t�cnicas de agricultura, os japoneses se fizeram notar e hoje marcam presença at� mesmo nas tradicionais churrascarias, onde encontramos buffets de sushis e sashimis.

� pensando nesse forte la�o que unem brasileiros e japoneses que a Editora Contexto brinda o leitor, com muito chá verde e saqu�, lan�ando o livro Os japoneses, escrito pela sansei C�lia Sakurai, doutora em Ciência Pol�tica e uma grande especialista em imigra��o japonesa.

Histórias medievais, folclores, tradi��es, verdades e mentiras, guerras, moderniza��o e superpotência mundial. Com a Primeira Grande Guerra, depois a Segunda, o p�s-guerra e a ocupa��o, começa o in�cio da recupera��o econ�mica e assim nasce o Jap�o contempor�neo. Novamente rico financeiramente, transforma suas ind�strias, investe em tecnologia e cria a prítica de diminuir tudo e compactar o máximo das coisas. Junto com os carros modernos e arrojados o mundo recebeu o Pok�mom, a Hello Kitty e o Speed Racer. Os mais velhos v�o se lembrar do National Kid e do Ultraman.

No cap�tulo �Japoneses no mundo�, C�lia conta desde a chegada deles nos Estados Unidos at� aportarem em terras brasileiras. �Dentre os destinos de imigrantes, o Brasil � o principal e o �ltimo�, de 1908 a 1979 o pa�s recebeu mais de 250 mil japoneses, se tornando assim a maior col�nia fora do Jap�o, explica a autora.

Em Os japoneses ela fala das manias e dos conhecidos estere�tipos: andar em grupos, tirar muitas fotografias, ser um povo calmo e do reconhecido respeito aos mais velhos, entre outras coisas. Descreve a importência dos xoguns e samurais, que existiram e foram fundamentais na constru��o dessa na��o.

Sayonara!

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2.6.08

Os 10 filmes mais rom�nticos de todos os tempos

Clientes de videolocadora elegeram t�tulos inesquec�veis no m�s em que se comemora o Dia dos Namorados.

O romantismo nas telas j� foi mostrado de diversas formas, retratou muitas �pocas, registrou cenas antol�gicas, e por conta disso, � difícel apontar quais s�o os melhores filmes. Para tentar descobrir as preferências do brasileiro em rela��o a este g�nero da s�tima arte, neste m�s dos namorados, a rede de videolocadoras 100% V�deo realizou com a clientela uma pesquisa para selecionar os 10 filmes mais rom�nticos de todos os tempos.

A enquete foi feita com cerca de sete mil clientes associados. Os filmes escolhidos foram:

1 - Titanic, 1997;
2 - E O Ventou Levou, 1939;
3 - Um Amor Para Recordar, 2002;
4 - Uma Linda Mulher, 1990;
5 - Antes Que Termine o Dia, 2004;
6 - Casablanca, 1942;
7 - Cidade dos Anjos, 1998;
8 - O Di�rio de Uma Paix�o, 2004;
9 - Ghost - Do Outro Lado da Vida, 1990;
10 - Moulin Rouge, 2001.

"A lista reflete informa��es interessantes. Temos os dois mais famosos romances cl�ssicos (E O Vento Levou e Casablanca), os dois romances �cones das mulheres que estão na faixa dos 30 e 40 anos (Ghost e Uma Linda Mulher) e tr�s romances tr�gicos e atuais, que conquistaram o cora��o da gera��o mais jovem (Um Amor Para Recordar, Antes Que Termine O Dia e O Di�rio de Uma Paix�o). Para finalizar temos Moulin Rouge, que � o musical rom�ntico mais popular desde Dirty Dancing - Ritmo Quente � este �ltimo quase entrou na lista, e o grandioso Titanic, com a história rom�ntica de maior bilheteria de todos os tempos", analisa o consultor de cinema da 100% V�deo, Reginaldo Zaglia.

Com o romantismo presente na vida de todos de forma muito intensa, difícel � apontar um filme que n�o contenha uma história de amor. A identifica��o � imediata, principalmente quando se trata do sexo feminino. Mas, ser� que o g�nero romance � mesmo coisa apenas de mulher? Reginaldo Zaglia esclarece esta questão. "A com�dia-rom�ntica, surgida em 1989 com Harry & Sally - Feitos Um Para o Outro, foi feita para levar o casal de namorados aos cinemas. E eles invadem o cinema, j� faz parte da cultura do "namorar". Mas, com exce��o de casais rec�m formados, o namorado prefere uma a��o, com�dia, fic��o ou policial. J� a namorada, procura um romance ou um drama", analisa o profissional. H� 22 anos no mercado, a 100% V�deo atualmente possui 88 lojas em funcionamento e presentes em 14 estados.

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30.5.08

Marketing � isso

(Est� rodando pelos emails da galera. Adorei a sacada!)

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28.5.08

Office in the farm

Office in the farm

Como sou uma pessoa que � há meses � vem lidando com obras, tenho sempre pesquisado sobre o assunto. J� disse que agora sei o que � condu�te corrugado? E que tamb�m sei diferenciar canos de 1 polegada e de 3/4 de longe?

Enfim... Tem coisa que a gente aprende na marra, tem coisa que a gente descobre com prazer. A segunda fase de obras � para o nosso novo escrit�rio. Nem acredito que n�o vou trabalhar mais dentro de casa! E a�, como o neg�cio � sempre trabalho, fico imaginando quando estiver pronto e estiver com a minha cara.

Essa � s� uma "introdu��o" para vocé entender o porqu� do texto abaixo. Ele � interessante e est� completamente dentro do meu contexto atual. Agora, estou namorando m�veis para escrit�rio! ;)

M�veis certos permitem at� 30% mais em produtividade em escritório

As empresas brasileiras que mantêm escritório com mobili�rio obsoleto ou inadequado, do ponto de vista do design, da ergonomia e da usabilidade, podem estar perdendo dinheiro.

O arquiteto e designer Ronaldo Duschenes, presidente da Flexiv, empresa especializada em m�veis corporativos, avalia que um mobili�rio de escritório adequadamente projetado, com os conceitos contempor�neos de design, de ergonomia � que permite o trabalho em condi��es corretas e saudáveis �, e da usabilidade, que propicia facilidade na adequa��o do mobili�rio �s caracter�sticas individuais de cada funcion�rio, proporciona uma produtividade entre 20% e 30% superior ao dos espa�os inadequados.

Pesquisa realizada pela consultoria norte-americana Gensler em 2007, com 2.013 funcion�rios de diversos escal�es de oito setores importantes da economia dos Estados Unidos, revelou que as empresas daquele pa�s perdem US$ 330 bilháes anuais em produtividade por causa de escritório mal planejados. �Numa economia aquecida, como a brasileira atualmente, diferenciam-se as empresas que conseguem atrair e manter os melhores talentos. E escritório adequadamente projetados e mobiliados, com os conceitos contempor�neos de design, ergonomia e usabilidade, ilumina��o e paisagismo, por exemplo, sem d�vida oferecem melhor qualidade de vida aos seus usu�rios, al�m de exibir uma imagem positiva da empresa�, alerta Duschenes.

Ele diz que, com a mudan�a radical sofrida nos escritório com a implantação da inform�tica, o mobili�rio precisa, ainda mais do que antes, oferecer condi��es ergon�micas para seus usu�rios, para ajudar a evitar doenças profissionais, como a LER (les�o do esfor�o repetitivo), problemas na coluna e nas costas, entre diversos outros. �A m�quina de escrever n�o criava dor (como a LER) porque o próprio peso, gerado pelo movimento de sobe e desce dos bra�os para datilografar, auxiliava os dedos a baterem nas teclas. Hoje, nos computadores, esse movimento n�o existe mais. No teclado, o que se mexe s�o apenas os dedos e esta tens�o di�ria acaba causando les�es�, exemplifica.

Algumas recomenda��es do designer para evitar problemas laborais:
:: Tampo maior das mesas para acomodar o teclado a fim de que os cotovelos fiquem apoiados na mesa, amenizando o esfor�o para digitar. O tampo da mesa deve ter altura regulada � n�o deve ficar muito alto porque comprime os ombros, nem muito baixo, porque assim a coluna tende a inclinar. No mercado j� existem mesas com a regulagem el�trica de altura.

:: O ajuste das cadeiras tamb�m � fundamental. A usabilidade (possibilidade de adaptar �s caracter�sticas físicas do usu�rio) deve ser boa. Sentado, o profissional deve ter as pernas em �ngulo de 90 graus, com as plantas dos p�s apoiadas no piso.

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6.5.08

Azul

Lembra que a JetBlue fez uma campanha para escolher o nome de sua companhia no Brasi? Falei sobre isso aqui.

Ent�o! Escolheram. O nome da nova companhia a�rea do Brasil � AZUL. Veja aqui.

Sinceramente? N�o gostei.
Principalmente porque n�o foi o nome que eu sugeri! :P

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23.4.08

Servi�o de utilidade p�blica

Pra quem n�o sabe, � bom saber:


Agora em São Paulo � assim: 30% do ICMS recolhido pelo estabelecimento comercial ser� devolvido ao consumidor. Isso vai reduzir a carga tribut�ria individual dos cidadêos. O Governo do Estado de São Paulo instituiu a lei que criou o Programa de Estêmulo � Cidadania Fiscal e implantou o projeto da Nota Fiscal Paulista desde 1� de outubro 2007.
O projeto da Nota Fiscal Paulista devolve dinheiro para os consumidores. Ele � um incentivo para que os cidadêos que adquirem mercadorias exijam do estabelecimento comercial o documento fiscal. Os consumidores identificados pelo CPF ou CNPJ no momento da compra v�o receber cr�ditos e ainda v�o se habilitar a concorrer a pr�mios. O objetivo � incentivar nos cidadêos o hábito de exigir a nota ou o cupom fiscal.

1. Em cada compra, o consumidor informa seu CPF/CNPJ e solicita sua Nota Fiscal/Cupom Fiscal ou Nota Fiscal on-line.
2. O vendedor registra o CPF/CNPJ do comprador. Ele emite o Cupom Fiscal, a Nota Fiscal tradicional ou gera, no site, a Nota on-line.
3. Ap�s o recolhimento do ICMS pelo estabelecimento, a Secretaria da Fazenda creditar� ao consumidor a parcela do imposto a que ele tem direito, proporcional ao valor da compra.
4. O cr�dito poder�, dentro de cinco anos, ser utilizado para reduzir o valor do d�bito do IPVA, transferido para a conta corrente, poupan�a, creditado em cart�o de cr�dito, transferido para outra pessoa ou devolvido em pr�mios.

A gente paga tanto imposto... Essa � uma maneira de recuperar um pouquinho, n�? E ainda fazer com que todos paguem seus impostos. (Quem sabe arrecadando mais, o governo n�o diminui um pouco a carga? E eu acredito em Papai Noel tamb�m.)

Al�m desse presente que � a Nota Fiscal Paulista, tamb�m ganhei outro há pouco tempo, bem no estilo "presente de grego": 128,3% de ICMS de substitui��o deve ser pago pelo nosso produto. E esse imposto � v�lido s� para o Estado de São Paulo. T� vendo de onde vir� o desconto do cidadêo? De mais impostos que as empresas estão pagando e que n�o s�o divulgados.

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18.4.08

No Dia do Trabalho, muito samba pra todo mundo

No dia 1� de maio, todos os trabalhadores merecem um pouco de descanso e divers�o. E seguindo este lema, a Comunidade Samba da Vela decidiu antecipar a festa de todos os trabalhadores para o dia 28 de abril. A partir das 20h30, a Casa de Cultura de Santo Amaro e seus fundadores ir�o receber os amantes do samba para uma noite de muita música e alegria.

Toda semana, mais de 300 pessoas acompanham as rodas de samba sob a chama de uma vela acesa � branca, rosa ou azul, que s�o as cores da Comunidade � e o samba s� termina quando a vela se apaga, por volta das 23h. No in�cio, o samba n�o tinha hora para acabar, o que atrapalhava a rotina de trabalho do dia seguinte, assim, decidiu-se pelo uso da vela, que funciona como um despertador (apontando o in�cio e o fim do culto ao samba).

Tema comum nas músicas da Comunidade, as can��es destacam a vida dura do trabalhador brasileiro. Para muitos, o samba atua como uma v�lvula de escape para os problemas do dia a dia. Dentre as can��es que abordam o tema trabalho, estão �Novo Amanhecer� (Maur�lio de Oliveira/ Magnu de Sousa) e �Cesteiro Seresteiro� (Samuel Queiroz/Marquinho Diku�), ambas estão no caderno de músicas deste m�s (a cada dois meses � lan�ado um caderno com as melhores can��es escolhidas pela comunidade), que traz em sua capa o grupo paulista, Quinteto em Branco e Preto.

Tudo acontece com muito respeito. Durante as rodas n�o se pode comer, nem beber, nem fumar. Crianças de todas as idades freq�entam a Casa e, de acordo com os fundadores, quem vai ao Samba da Vela, vai por amor ao verdadeiro samba de raiz. No final, uma deliciosa sopa preparada pelo cozinheiro Oliveira � servida a todos. Do lado de fora, � claro!

Desde 2000, a Comunidade realiza toda segunda-feira, a partir das 20h30, uma roda de samba na Casa de Cultura de Santo Amaro. Fundada por Maur�lio de Oliveira, Magnu Sous�, Chapinha e Paq�era, a id�ia � dar oportunidade a novos compositores, para que eles possam ter um lugar onde mostrar suas músicas ao p�blico.

Servi�o
DIA DO TRABALHO NO SAMBA DA VELA
Casa de Cultura de Santo Amaro
LOCAL| Pra�a Francisco Ferreira Lopes, 434 - São Paulo - SP
HOR�RIO| A partir das 20h30.
DATA| 28/04

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28.3.08

vocé escolhe

Come�ou ontem uma campanha muito legal: a nova companhia a�rea brasileira, lan�ada por David Neeleman, fundador da norte-americana JetBlue, ter� seu nome escolhido por vota��o aberta, at� o dia 14 de abril, no site intitulado vocé escolhe.

As pessoas tamb�m ser�o convidadas a fornecerem par�metros para o produto, como o tipo de servi�o de bordo, os destinos que devem ser oferecidos. A intera��o vai render pr�mios: a primeira pessoa que tiver sugerido o nome escolhido, vai ganhar um passe vital�cio para voar de gra�a pela companhia. Para Neeleman, � mais fácil seguir as sugest�es dos consumidores do que impor um produto pr�-concebido, al�m da estrat�gia ser uma importante ferramenta de relacionamento com os clientes.

Depois de muita discuss�o sobre um cidadêo norte-americano n�o poder ter uma empresa no Brasil, tudo foi resolvido facilmente. Neeleman nasceu em São Paulo, quando seu pai, Gary Neeleman, jornalista e repórter da agência de not�cias Associated Press (AP), trabalhava no Brasil. Portanto, o que parecia ser um trunfo para as outras empresas n�o deixarem o homem com uma das companhias a�reas com v�os mais baratos do mundo trabalhar no Brasil, esvaiu-se no ar.

A proposta � atender cidades que n�o têm v�os locais. O empres�rio disse que tem muito mais interesse nos 150 milháes de brasileiros que andam de �nibus para viajar atualmente, do que nos 50 milháes de passageiros que hoje utilizam os v�os nas pontes a�reas São Paulo-Rio de Janeiro-Bras�lia.

Com uma vis�o para "neg�cios a�reos" absurda, Neeleman foi quem criou o E-ticket, por exemplo. Quando acessar o site, n�o deixe de ler em "Nossa Empresa", o perfil do empres�rio. � um exemplo de dinamismo.

A companhia deve começar a operar no come�o de 2009 e recebeu um investimento de US$ 150 milháes entre investidores privados no Brasil e EUA. Eles j� estão começando a sele��o para contrata��o de profissionais tamb�m!

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Semana em cartaz

Durante muito tempo, muros, editais, paredes, postes e muitos outros lugares abrigaram cartazes que, independente do conte�do, difundiam pensamentos, id�ias, manifestos, protestos e muitos outros sentimentos e opini�es. No Brasil, em especial na �poca da ditadura, os cartazes tiveram um papel important�ssimo para a conscientiza��o das pessoas e troca de informa��es.

Hoje, o pa�s encontra-se em uma nova fase pol�tica e econ�mica. Com a liberdade de express�o, opini�es, protestos e as mais diversas manifesta��es n�o precisam ser necessariamente expostas em colagens. O que antes era uma forma de express�o passou a representar uma grande polui��o, tanto visual quanto ecol�gica e os cartazes procuram encontrar um novo espa�o.

O blog Semana em Cartaz � uma iniciativa dos designers curitibanos Z� Henrique Rodrigues, do est�dio Brainbox Design Estrat�gico, e Marcos Minini, da Master Promo. � uma exposi��o virtual de trabalhos de profissionais que se utilizam do design gr�fico como forma de express�o. Fotografias e ilustra��es, cores e t�tulos, recortes e colagens, tudo com formato de cartaz. Uma forma democrítica, r�pida e ecol�gica de express�o.

Diariamente, o blog mostra as principais interpreta��es de fatos relevantes do cotidiano � economia, pol�tica, cultura, sociedade �, como � o caso do cartaz ao lado, de Ericson Straub, que questiona o comportamento das pessoas no supermercado. S�o discuss�es bem legais a partir das imagens trabalhadas. O blog � aberto para quem gosta de ver e fazer cartazes.

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22.3.08

Chove, chuva...

Hoje � Dia Internacional da �gua e as campanhas de conscientiza��o para o uso racional da �gua aumentam. O ano de 2008 foi ainda escolhido pela ONU como o ano internacional do saneamento.

�tima oportunidade para mudarmos a forma de pensar a questão da �gua no Brasil: o brasileiro gasta, em m�dia, cinco vezes mais �gua do que o volume indicado como suficiente pela Organiza��o Mundial da Sa�de. A organiza��o recomenda o consumo di�rio de 40 litros di�rios por pessoa, enquanto no Brasil s�o consumidos 200 litros dia/pessoa, em m�dia.

Segundo Paulo Costa, consultor e especialista em projetos de Uso Racional da �gua, há alternativas que permitiriam reduzir o consumo de �gua j�, sem necessidade de novos investimentos. �Programas racionalizadores do uso da �gua foram empregados com sucesso por cidades como Nova York e Austin, nos EUA, e Cidade do M�xico�, relata. De acordo com o consultor da H2C, a Prefeitura de Nova York implementou um programa de incentivo � substitui��o de equipamentos gastadores de �gua � bacias sanit�rias, especialmente � por outros, racionalizadores. O programa foi implementado com investimento de 240 milháes de d�lares no incentivo � troca de bacias e v�lvulas sanit�ria, permitindo a economia de 288 milháes de litros por dia. Os consumidores passaram a economizar at� 35% na sua conta de �gua mensal. A mesma atitude deveria ser seguida pelos governos estaduais e federal brasileiros, que poderiam adotar medidas racionalizadoras em escolas, hospitais e pr�dios p�blicos.

Distribui��o da �gua � Das �guas da Terra, apenas 2,5% s�o doces e, destas, mais de dois ter�os n�o estão dispon�veis para consumo humano. O Brasil detêm cerca de 12% da �gua doce dispon�vel no mundo, mas mais da metade (54%) desse total localiza-se na Amaz�nia e na bacia do rio Tocantins, onde est� a menor popula��o por quil�metro quadrado do pa�s.

As metr�poles dos Estados do Sul/Sudeste e Nordeste brasileiros s�o obrigadas a buscar �gua em mananciais cada vez mais distantes, devido � polui��o das �guas por dejetos humanos e industriais e ao assoreamento de rios, lagos e represas, a um custo que aumenta exponencialmente e com danos ao meio ambiente. Cada nova represa e reservat�rio de �gua provoca desmatamento e assim, contribui para diminuir o ciclo das chuvas e a quantidade de �gua doce dispon�vel nessas regiões.

O Brasil � um dos pa�ses com o maior �ndice de chuvas no mundo. Mas este recurso ainda n�o � bem compreendido por todos. Ao contr�rio do que acontece no campo, onde a chuva � sin�nimo de prosperidade e colheita farta, nas cidades � onde vivem cerca de 81% da popula��o � os dias de chuva s�o associados a tr�nsito lento, enchentes e outros inc�modos que associam o mau-humor aos dias nublados.

O engenheiro Paulo Schaefer, diretor comercial do AcquaSave, acredita que aos poucos o brasileiro est� entendendo que a �gua que cai nos telhados deve ser mais bem aproveitada antes de sumir pelos ralos. �H� cinco anos, falar em aproveitamento de �gua de chuva no Brasil era coisa s� para ecologistas; hoje � uma realidade, e as pessoas j� constroem pensando neste uso. O desperd�cio habitual precisa dar lugar ao uso inteligente da �gua�, afirma.

Alguns Estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Esp�rito Santo e Paran� estão adotando ou j� implantaram a lei de reten��o da �gua de chuva como medida para amenizar os impactos causados pela impermeabiliza��o do solo urbana, que impede que a chuva se infiltre no solo ou evapore como antigamente. As �guas captadas podem ser utilizadas na higieniza��o de bacias sanit�rias, limpeza de pisos, lavagem de carros e outras atividades que n�o exigem �gua pot�vel. Segundo estat�sticas, essas a��es representam cerca de 50% do consumo das �guas nas cidades.

�O armazenamento de �gua de chuva � uma forma muito eficaz de reten��o, pois o que n�o for aproveitado � liberado para infiltra��o no solo, reabastecendo o len�ol fre�tico. O funcionamento �, em escala menor, o de um �piscin�o�, impedindo que a enxurrada chegue imediatamente nas ruas e no sistema de drenagem, que n�o comporta o volume excessivo. O aproveitamento e o manejo correto da �gua de chuva e a instala��o de telhados verdes s�o passos importantes para compensar os efeitos da impermeabiliza��o crescente nas cidades�, afirma Jack Sickermann, especialista em aproveitamento de �gua de chuva. Dessa forma a �gua de chuva guardada, infiltrada e evaporada n�o corre pelas ruas, n�o carrega lixo nem poluentes, evitando doenças e amenizando os impactos sobre as cidades. N�o � por outra raz�o que existem diversos Projetos de Lei propondo a instala��o deste mecanismo em todas as novas constru��es em todo o pa�s.

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19.3.08

Vai dar samba!

Divulgando porque AMEI a arte:

A F�brica de Criatividade � espa�o cultural dedicado � democratiza��o da arte e da cultura no Cap�o Redondo, em São Paulo � receber� o grupo Samba D� Cultura, para uma Roda de Samba aanimadíssima na praia do espa�o (leia-se terra�o), hoje.

O grupo Samba D� Cultura � formado por amigos da regi�o, que se reuniam em casa de amigos descompromissadamente, at� que propuseram entre si usar a arte como um instrumento forte para transmitir valores como uni�o e solidariedade. Hoje, uma vez por m�s o grupo se apresenta na Casa de Cultura de M�Boi Mirim, tamb�m zona sul de São Paulo.

O repert�rio a ser seguido conta com compositores de tradi��o dentro do samba como Cartola, Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito, Lu�s Carlos da Vila, Nei Lopes, Zeca Pagodinho e Fundo de Quintal.

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11.3.08

Consciência


Eu, como uma pessoa que vive a realidade orgânica (isso n�o significa a neurose natureba mas sim, a consciência de que podemos colaborar para que o mundo dure um pouquinho mais), soube do movimento que acontece no dia 29 e vou participar.

Fa�a parte! N�o custa nada! Na verdade, vocé vai economizar...

Cidades apagam as luzes para alertar sobre mudan�as do clima

Desligue as luzes por uma hora e ajude a chamar a aten��o do mundo para as mudan�as clim�ticas.

No dia 29 de mar�o, quem se importa com o planeta vai desligar as luzes por uma hora, das 20h �s 21h. A iniciativa chama-se Earth Hour e � uma id�ia do WWF-Austr�lia, que j� realiza este movimento desde o ano passado.

O objetivo da a��o � aumentar a consciência sobre mudan�as clim�ticas e demonstrar como indiv�duos, trabalhando juntos, podem fazer a diferen�a na luta contra este tema global. Oficialmente, a Rede WWF est� apoiando o Earth Hour em mais de 20 cidades e cinco pa�ses da Rede.

Quem quiser assinar o compromisso de apagar as luzes em nome do combate �s mudan�as clim�ticas, pode clicar no link http://www.earthhour.org/sign-up.

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Seal: uma outra era minha

Quando soube que o Seal viria ao Brasil, logo veio � minha cabeça a �poca em que respond�amos aqueles questin�rios que todo mundo tinha no col�gio.

Era um caderno com cerca de 40 quest�es, cada uma numa folha, que vocé passava aos amigos e paquerinhas pra responder. "Qual o seu nome completo? Tem apelido? Quem s�o seus melhores amigos?" E assim por diante, at� chegar � parte de perguntas do tipo: "De quem vocé gosta? Deixe um recado pra mim." (Se for o meu paquerinha, por favor, por favor, diga que gosta de mim!) Aquelas coisas...

Enfim, e no meio dessas quest�es, tinha "Qual � a banda de música que vocé mais gosta? Que tipo de música vocé ouve? Qual � a sua música preferida?" Na minha �poca de 13 anos, o sucesso nas respostas era INXS, Roxette como bandas e a música Crazy, do Seal.

Com 13 anos, o que vocé faz? Segue a onda e depois corre atr�s do preju�zo: respondia essas mesmas coisas e depois, sa�a pesquisando pra descobrir quem era esse povo. Infelizmente, minha adolescência n�o teve muita música brasileira comercial e eu n�o fui muito ligada �s modinhas. Mas eu conheci o Seal e gostei! Ou�o bastante at� hoje e minha fissura agora � a MPB.

Pra relembrar uma outra fase da minha vida, at� iria ao show... Veja quando e onde teremos Seal no Brasil e saiba mais sobre ele (santa Internet, que facilitou o trabalho da mo�adinha, pra ficar por dentro da onda!):


Seal chega ao Brasil em mar�o para turn� em quatro capitais

O aclamado cantor brit�nico faz apresenta��es em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre

Filho de um nigeriano com uma brasileira, o cantor brit�nico esteve pela �ltima vez no pa�s em 1992 para participar da terceira edi��o do c�lebre festival musical Hollywood Rock.

Destaque nas paradas internacionais, Seal tem repert�rio predominantemente de músicas dan�antes e baladas rom�nticas. Al�m de conquistar o p�blico em v�rias partes do mundo, o int�rprete tem ganhado reconhecimento da crítica. Recentemente, ele foi indicado ao Grammy 2008 na categoria de melhor performance vocal masculina com a can��o Amazing. A can��o est� no seu mais recente �lbum System, considerado o mais �dan�ante� de sua carreira. Em 1996, o artista ganhou tr�s pr�mios Grammy nas categorias melhor disco, can��o e cantor com a música rom�ntica Kiss From A Rose � música tema do filme Batman Forever.

O cantor come�ou a carreira se apresentando em bares e clubes londrinos, mas s� ganhou reconhecimento no cen�rio mundial em 1990. Entre suas can��es mais conhecidas est� Crazy, solo do primeiro �lbum auto-intitulado Seal, que garantiu ao artista grande proje��o internacional e o colocou nas principais paradas da música mundial.

Seal tem 45 anos e � casado com a badalada modelo alemã Heidi Klum com quem tem dois filhos. O casal figura entre os mais badalados do momento.

Agenda de shows
:: São Paulo: dias 26 e 27 de mar�o, �s 21h30, no HSBC Brasil
:: Rio de Janeiro: 29 de mar�o, �s 22h, no HSBC Arena
:: Curitiba: 1 de abril, �s 21h, no Teatro Positivo
:: Porto Alegre: 3 de abril, �s 21h, no Pepsi On Stage

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9.3.08

Ah, a minha mania de portugu�s...

Como sempre, interessada na nossa l�ngua portuguesa e com mania de escrever e falar corretamente, j� fui muitas vezes taxada de chata e tamb�m j� analisei e julguei muita gente por emails mal escritos escritos que recebi.


A crase SEMPRE ser� o meu xod� e uma das coisas que me faz ficar mais nervosa com essa l�ngua difícel de falar: as pessoas sempre erram o seu uso.

Portanto, vou adquirir o livro que � citado abaixo. � bom sempre estar por dentro, n�!? Mesmo porqu�, há algumas modifica��es na l�ngua que entraram em vigor no come�o do ano que eu ainda n�o estou muito por dentro...


Escrever melhor: guia para passar os textos a limpo

Pontos, v�rgulas, verbos, pronomes, crases e as constantes d�vidas que a l�ngua portuguesa nos traz estão neste lançamento da Editora Contexto. Ele � uma importante ferramenta para deixar o seu texto bem editado.

A pergunta que n�o quer calar estudantes, jornalistas, advogados, executivos e outros profissionais: � poss�vel transformar um texto comum numa escrita sedutora, gostosa de ler? Segundo as jornalistas Dad Squarisi e Arlete Salvador, � poss�vel sim. Mas elas alertam que �escrever exige 10% de inspira��o e 90% de transpira��o�. Para elas, escrever � trabalho �rduo. Textos s�o cortados, aumentados, transformados, virados pelo avesso, amassados, condensados. �O texto s� brilha depois de muito apanhar�, explicam as autoras do guia para passar os textos a limpo.

Dad e Arlete apontam os defeitos mais comuns e indicam como escapar das armadilhas da l�ngua portuguesa. Muitos profissionais que usam a escrita no dia-a-dia l�em, rel�em e reescrevem disserta��es, reportagens, teses, peti��es e documentos. Essas mensagens precisam chegar �s mãos dos chefes, colegas e clientes com corre��o, clareza e objetividade.

Como fazer isso? Sem problemas! Dad e Arlete d�o um tiro de miseric�rdia nos problemas da escrita e mostram o caminho das pedras para que o leitor d� um pontap� inicial para produzir um excelente texto. �Ah, essas s�o express�es que ca�ram na boca do povo e se vulgarizaram�, comentam arrepiadas sobre clichás, como esses sublinhados na frase anterior. Essas e outras express�es estão no cap�tulo �Palavra perfeita�, no qual as autoras tamb�m apontam redundências e jarg�es corporativos.

O livro � um guia pr�tico, apresentado como um roteiro de elementos l�gicos, estil�sticos e gramaticais. Ele ensina como passar a limpo, o momento de cortar, ajustar, mudar, adaptar, transformar, socar e chacoalhar o texto. O livro divide-se em tr�s partes.

Na primeira delas, o leitor encontrar� os problemas mais comuns e as suas solu��es. Entre os recursos de edi��o estão desde a substitui��o de locu��es por apenas um termo at� a organiza��o dos par�grafos. A segunda parte destaca a pontua��o, importante ferramenta para tornar a frase objetiva e clara. Uma das dicas � deix�-la mais curta com o uso de pontos. Verbos e pronomes, dois temas cheios de manhas, tamb�m recebem especial aten��o.

Por fim, vêm as tais �ciladas da l�ngua� capazes de nocautear at� renomados autores. Dad e Arlete explicam o caso da crase, por exemplo, �que n�o foi feita pra humilhar ningu�m, mas responde por mil trapalhadas�. Ao final s�o sugeridos modelos editados segundo as t�cnicas apresentadas nos cap�tulos do livro.

Dad Squarisi � editora de Opini�o do Correio Braziliense e professora de edi��o de textos do Centro Universit�rio de Bras�lia. Formada em Letras pela Universidade de Bras�lia, tem especializa��o em Ling��stica e mestrado em Teoria da Literatura. Consultora do Senado Federal, redigiu discursos e textos legislativos. � autora de Dicas da Dad, Mais dicas da Dad e A arte de escrever bem (com Arlete Salvador), todos pela Contexto.

Arlete Salvador � jornalista e analista de pol�tica brasileira do Consulado Geral dos Estados Unidos em São Paulo. Trabalhou em alguns dos mais prestigiosos �rg�os de imprensa do pa�s, como a revista Veja e os jornais O Estado de S. Paulo e Correio Braziliense. � autora do livro A arte de escrever bem (com Dad Squarisi), publicado pela Contexto.

Servi�o
Livro: Escrever melhor
De Dad Squarisi e Arlete Salvador
Pre�o: R$ 29,90

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27.2.08

HI-L�-RIO!!!

Eu n�o gosto mas, assisto.
Sem explica��es porque s�o todas clichás.

Mas agora, acho que o BBB8 vai ficar mais divertido, depois que eu, navegando � toa por a�, descobri este blog: Big Bosta Brasil.

Pra entender os coment�rios, tem que assistir.
Por isso, vou continuar o grande esfor�o.

Mesmo dormindo no sof� em pleno dia de elimina��o, acho que o que eu vejo d� pra ficar por dentro do assunto e dar umas risadas depois.

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17.2.08

O máximo!

N�o preciso nem me prolongar muito pra falar sobre o filme Tropa de Elite.
Todo mundo j� viu, todo mundo tem sua opini�o a respeito e a maioria � como eu �, adorou!

E todo mundo gostou porque � bem filmado (ao estilo v�deo clip, que faz a gente nem respirar direito, com medo de perder alguma coisa), porque � realista (haja palavr�o...) e porque desmistifica um pouco essa história de todo policial ser bandido tamb�m. Porque isso, a gente j� sabe � o que faltava saber era que alguns ainda salvam dentro dessa m�fia.

O filme � �timo, Wagner Moura � excelente e ganhar o Urso de Ouro em Berlim foi mais do que merecido. Muito legal!

O máximo seria o Oscar mas, resolveram escolher outro filme pra concorrer e nem foi para os cinco indicados. Uma pena...

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Utilidade p�blica

Andei ouvindo por alto sobre o reajuste de multas de tr�nsito e n�o sei ao certo o que j� est� valendo ou n�o. Mas, depois de ver tantos acidentes feios que vêm acontecendo � como o caso daquelas sete meninas, ou ainda do cara que atropelou o frentista no posto aqui em Ribeir�o e tinha seis tubos de lan�a-perfume no carro �, alguma medida desse tipo talvez melhore a conscientiza��o.

Na verdade, somos t�o burros que precisamos sentir no bolso pra começar a prestar aten��o em responsabilidades que deveriam ser naturais. � difícel ter educa��o no tr�nsito. N�o temos leis severas, nem fiscaliza��es realmente eficientes. Mas acho que o mais importante � ter e dar exemplos: ficar esperando que o governo, que o vizinho, que o carro ao lado fa�a alguma diferen�a, enquanto vocé n�o faz nada para melhorar a convivência nas ruas, nas estradas, n�o adianta em nada.

Responsabilidade no tr�nsito e com o prôximo s�o cruciais. E eu admito: tenho medo de quantas multas vou levar... Ainda mais aumentando desse jeito. Porque � muito fácil a gente falar que ningu�m tem responsabilidade mas, na hora de mudar atitudes, o buraco � mais embaixo � e eu acho bom que seja o bolso o medidor dessas mudan�as de conceitos.

vocé sabe o que vai mudar? Os novos valores das multas, com reajustes de 62% a 70%, ser�o (ou dever�o ser) assim:

:: LEVE (ex.: trafegar pela faixa exclusiva de �nibus)
Valor atual: R$ 53,21
Com reajuste: R$ 86,20 a R$ 90,46

:: M�DIA (ex.: dirigir falando ao celular, desrespeitar rod�zio)
Valor atual: R$ 85,13
Com reajuste: R$ 137,91 a R$ 144,72

:: GRAVE (ex.: n�o usar cinto de segurança; estacionar em fila dupla)
Valor atual: R$ 127,69
Com reajuste: R$ 206,86 a R$ 217,07

:: GRAV�SSIMA (ex.: dirigir com habilita��o vencida; desrespeitar farol vermelho)
Valor atual: R$ 191,54
Com reajuste: R$ 310,29 a R$ 325,62

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29.1.08

Hoje � Dia do Jornalista

Considero a profiss�o de jornalista interessant�ssima e linda! E foi assim que, depois de ter estudado publicidade, acabei por fazer a faculdade de jornalismo tamb�m. Comunica��o no seu sentido mais amplo: saber ouvir, saber contar uma história, saber usar as palavras do seu idioma. Ler e escrever com prazer.

Tem gente que tem esse dom desde sempre. Por gostarem de ler, por terem tido uma boa educa��o tanto na escola quanto em casa, por terem sido incentivados a pensar e ter opini�o, tem muito jornalista que n�o precisa de diploma pra se auto-intitular como tal.

Eu admiro quem tomou essa linha como profiss�o: saber comunicar � uma coisa que se aprende todos os dias. E mais do que isso: as informa��es s�o consideradas importantes ou n�o por esses formadores de opini�o. S�o eles que acabam decidindo qual ser� a prôxima discuss�o na mesa de um bar.

Muito poder nas mãos de poucos escolhidos.
Jornalista tem aos montes mas, profissionais mesmo, com �tica e tudo que se deve ser para exercer o poder da escolha, s�o poucos. E � para estes que dou meus parab�ns no Dia do Jornalista!

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28.1.08

Novo dicionário no mercado

... E eu A-D-O-R-O!!! (J� virou sonho de consumo)

Editora Larousse lan�a dicionário enciclop�dico ilustrado

O novo dicionário chega este m�s �s livrarias, com capa desenhada pelo arquiteto Oscar Niemeyer. A obra � uma vers�o brasileira do famoso Petit Larousse, a publica��o mais vendida na Fran�a, tendo sua primeira publica��o mais de 100 anos, S�o vendidos cerca de 1 milháo de exemplares por ano e a tradi��o de ser �ao mesmo tempo o mais completo, o mais documentado e o mais atraente dos dicionários manuais� � mantida.

A obra re�ne cerca de 80 mil verbetes que abordam todas as faces do conhecimento, mas com o cuidado de apresentar informa��es relevantes e �teis, concentrando-se sobre o essencial da l�ngua e da cultura. Trata-se de um modelo de dicionário especial, que � ao mesmo tempo simples, por sua defini��o, e ambicioso por seus objetivos. Ele integra tr�s elementos que geralmente s�o encontrados em livros distintos:

1. Um dicionário de l�ngua, com 55 mil verbetes, que explica o significado das palavras com clareza e descreve as realidades que as palavras designam. A l�ngua � mostrada como � escrita e falada hoje, com a norma culta e as g�rias, os regionalismos, os usos t�cnicos e profissionais. E ainda: origem das palavras, dificuldades gramaticais ou de pronência, exemplos de uso, locu��es, novas palavras que surgem na atualidade e se estabelecem na l�ngua comum.

2. Um dicionário de nomes próprios, com 25 mil verbetes, que considera as realidades do mundo, como sua história, geografia, artistas, pensadores, entre outros, dos quais mais de 8 mil dedicados exclusivamente ao Brasil, com lugares, pessoas e institui��es que formam a base de nossa cultura.

3. Junto ao texto, um acervo com mais de 2.500 imagens coloridas renova totalmente o conceito de dicionário. O valor informativo das centenas de quadros, desenhos, mapas, fotografias, esquemas e ilustra��es facilita a compreens�o dos verbetes. H� tamb�m mais de 300 mapas detalhados de todos os pontos do planeta.

Entre a parte dos nomes comuns, colocadas no come�o da obra, e os nomes próprios, apresentados no fim do livro, estão as conhecidas páginas intermedi�rias � como no Petit Larousse franc�s � com um texto que descreve a vida e a obra de Oscar Niemeyer. Al�m disso, o dicionário � acompanhado de uma vers�o em CD-rom.

A edi��o do Dicion�rio Enciclop�dico Ilustrado Larousse foi um trabalho que demandou tr�s anos de investimentos, entre estudos preliminares e a conclus�o do trabalho editorial. S� o processo editorial consumiu dois anos de dedica��o, envolvendo uma equipe de mais de 50 pessoas, entre consultores especializados de diversas �reas, redatores, revisores, designers, lexic�grafos, cart�grafos.

Como o objetivo era produzir uma vers�o brasileira do Petit Larousse, era fundamental que a obra fosse feita no Brasil e n�o na Fran�a. Essa responsabilidade foi confiada ao Instituto Houaiss, que tem reconhecido know-how na edi��o de dicionários.

Atualmente, o Petit Larousse � publicado em franc�s, espanhol, italiano, grego e polon�s e suas edi��es s�o atualizadas anualmente.

Servi�o
Dicion�rio Enciclop�dico Ilustrado Larousse
Editora Larousse do Brasil
Autor: Equipe Larousse
Formato: 15 X 23,5 cm
N� de páginas: 1856
Pre�o: R$ 99,00

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9.1.08

Historinha mal contada

Estou achando essa história do roubo das obras de arte do Masp beeeeem suspeita. Vou explicar: n�o � de hoje, nem do m�s passado mas, há quase um ano, que venho ouvindo e lendo a respeito das dificuldades que o museu vem passando. D�vidas acumuladas, pouca visita��o, nenhuma ajuda do governo, �nfimas divulga��es, mostras mal elaboradas. Vi gente fazendo campanha para revigorar o tal museu (que eu adoro), discuss�es acaloradas sobre estatiz�-lo, críticas duras a seus curadores anteriores. Enfim... Muita discuss�o e pouca a��o.

A�, no m�s passado acontece todo esse furd�ncio e o furto de duas obras de arte importantes do acervo do museu, que n�o tinha nenhum tipo de sistema de segurança, que n�o tinha nem mesmo funcion�rios na hora do roubo. O Retrato de Suzanne Bloch, de Picasso e O Lavrador de Caf� (acima), de Portinari, foram levados facilmente. Uma vergonha e muita m�dia.

E vocé sabe bem como a nossa pol�cia � eficaz, como nossos investigadores demonstram resultados r�pidos e n�o perderm uma pista. E agora, menos de um m�s depois de terem sido roubados � 19 dias, pra ser exata �, os quadros s�o encontrados sem nenhum arranháo, depois de pedidos de resgate, � claro.

N�o sei n�o... Tire suas próprias conclus�es, leia a historinha aqui e depois me diga se n�o foi muito oportuno todo esse bl�-bl�-bl� sobre o roubo. Pra mim, a� tem "jeitinho brasileiro" de chamar a aten��o pra um outro problema do museu: a falta de dinheiro e a necessidade de ajuda externa.

Se eu fosse consultora financeira, daria a solu��o: venda uma ou duas obras de arte, pague as contas e se refa�a. N�o estou sendo radical � o neg�cio � ser pr�tico. Antes "perder" alguns quadros do que todos.

Mais do que nunca, o ditado "A ocasi�o faz o ladr�o" faz muito sentido...

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1.12.07

Ai, ai...

Diana Krall no parque Villa-Lobos

A pianista e cantora Diana Krall, considerada uma das mais importantes referências do jazz moderno, vai realizar um show gratuito neste domingo no parque Villa-Lobos, em São Paulo, a partir das 10 horas da manhã. A canadense � a principal atra��o do Telef�nica Open Jazz, sendo que a Banda Mantiqueira e a Traditional Jazz Band far�o a abertura do evento.
A iniciativa pretende popularizar o jazz, g�nero musical pouco difundido entre os brasileiros. A id�ia � proporcionar entretenimento diferenciado e de qualidade, com entrada gratuita.

Servi�o
Data: 02.12, a partir das 10h
Local: Parque Villa-Lobos, em São Paulo (entrada franca) - Avenida Professor Fonseca Rodrigues, 2001

Abertura do parque: 7h
:: Recomenda-se levar lanche, �gua e protetor solar;
:: � proibido o consumo de bebida alcoólica dentro do parque;
:: Estacionamento: Bols�es de estacionamento do parque e ruas ao redor onde o estacionamento � liberado.

Como eu � e grande parte dos mortais que gostam desta mocinha � n�o estarei em São Paulo amanhã para v�-la, vou s� deixar um sonzinho show de bola da mulher que � um arraso no piano e na voz do jazz, para o nosso fim-de-semana!

Se tiver a oportunidade, v�! N�o podemos esquecer que o Parque Villa Lobos em si j� vale o passeio! Ouvindo jazz ent�o... ;)


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8.11.07

Exposi��o �Reclames - a evolu��o da propaganda no Brasil� em Santos

A evolu��o da propaganda � um verdadeiro retorno ao passado. Desde o in�cio da civiliza��o, dos �almanaques�, passando pelos carros de som, r�dio e TV, at� a atualidade com os projetos multim�dia e internet. A exposi��o �Reclames � a evolu��o da propaganda no Brasil� tem o objetivo de retratar essa trajet�ria a partir do s�culo XIX com um olhar tropical, ou seja, com o talento e criatividade das diferentes produ��es publicitárias no pa�s. (Ao lado, arte de 1905.)

A exposi��o est� disposta em 22 pain�is com reprodu��o de textos, ilustra��es, imagens, fotografias, v�deos que marcaram �poca � muitos deles in�ditos ao p�blico em geral �, jingles e produtos, resgatando a história, objetivos, transforma��es e evolu��o da propaganda no Brasil em seus diversos meios de comunica��o.

Depois de passar pela cidade de São Paulo, a exposi��o aportou em Santos e est� aberta ao p�blico, com entrada franca, at� o dia 17 de novembro, no Museu da Imagem e do Som, na Rua Pinheiro Machado, 48.

Um pouco da evolu��o � No s�culo XIX a história da propaganda começa a ser trilhada a partir de mudan�as sociais, envolvendo economia, cultura e tecnologia. Apesar de outras formas de propaganda como cartazes, pain�is pintados e folhetos avulsos, o jornal impresso se torna o grande meio para anunciar compra e venda de utens�lios e propriedades, ofertas de servi�os, realiza��o de eventos oficiais. N�o havia pagamento aos ve�culos por sua divulga��o.

Com o passar dos anos, a prítica de anunciar cresce muito, e o que era gratuito torna-se fonte de renda para os ve�culos. Surge assim um novo nicho explorado pelos jornais invertendo a l�gica comercial jornal�stica, at� ent�o vigente, que tinha no assinante a garantia de neg�cio. Depois aparecem as revistas e a linguagem da propaganda começa a ganhar grandes contribui��es art�sticas de diferentes �reas aliadas aos avan�os tecnol�gicos, firmando a propaganda brasileira e culminando com a abertura das primeiras agências de publicidade em São Paulo. ( Ao lado arte de 1921.)


O r�dio se tornou grande aliado da propaganda por sua crescente populariza��o no Brasil, que a partir de 1931, quando o governo federal passou a conceder � iniciativa privada a explora��o do sinal, as agências passam n�o s� a confeccionar jingles e publicidades como tamb�m produzem os programas que s�o patrocinados por grandes empresas, como o Repórter Esso. Os principais anunciantes s�o lojas de departamentos, restaurantes, lanchonetes, xaropes, rem�dios e produtos aliment�cios. O mercado publicit�rio cresce e os profissionais da �rea sentem a necessidade de se organizarem e para tanto surge a Associa��o Brasileira de Propaganda (ABA), o Conselho Nacional de Imprensa (CNI) em 1949, e posteriormente a Associa��o Brasileira de agência de Propaganda (ABAP).
Nos anos 50, o sonho da sociedade de consumo, na qual todos têm acesso, mesmo que na teoria, a novas tecnologias, se instaura nacionalmente, ganhando força em 1956 com Juscelino Kubitschek com o slogan �50 anos em 5�. Um autom�vel, uma geladeira, um fog�o, uma m�quina de lavar, tudo ao alcance, bastando apenas parcelar em suaves presta��es. E � neste panorama que surge a televis�o, que traz grandes mudan�as e possibilidades ao mercado publicit�rio.

Mais uma vez, a exemplo do r�dio, a publicidade conduz os anos iniciais da televis�o no Brasil. � medida que o pa�s cresce, o setor de propaganda e de publicidade tamb�m cresce e conse-
q�entemente a TV. As �garotas propagandas�, dos programas e comerciais ao vivo, ganham fama e prest�gio e as mais importantes foram Idalina de Oliveira, Meire Nogueira, Wilma Chandler, Odete Lara, Maria Rosa e Neide Alexandre. (Ao lado arte de 1920.)

No s�culo XX a propaganda e a publicidade se consolidaram dos reclames de outrora. O talento e criatividade marcam os passos dos novos agentes do setor neste mil�nio, que imp�e novos desafios e ao mesmo tempo inúmeras possibilidades de expans�o de um setor consolidado. Nestes tempos digitais, o ambiente � prop�cio �s cabeças criativas dos �vendedores brasileiros de sonhos dourados� que têm hoje no ciberespa�o a possibilidade de transpor limites jamais imaginados pelos que iniciaram a caminhada.

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