Divagações, citações, fotos, livros e viagens.
Amigos, família, planos, projetos, música.
Opinião, conversa pra jogar fora, vontade de escrever.

23.3.10

J� estou arrepiando!

N�o sou f� de futebol, nem conheço os jogadores. Falo que sou palmerense porque meu pai � � mas n�o sei nem quando tem jogo!

Mas �s v�speras de mais uma Copa do Mundo, n�o tem jeito: o ufanismo, o sentimento de uni�o, a empolga��o toma conta da gente. Como se fosse uma coisa de outro mundo, a gente se sente orgulhoso, animado, empolgado mesmo com a possibilidade de ser mais uma vez campe�o � e se tornar hexacampe�o!

A festa que se faz, todo mundo junto torcendo. Muito pensamento positivo � o que s� pode fazer bem pra todo mundo.

A dan�a que os africanos criaram pra propagar a festa que vai ser, s� vem de encontro a tudo isso. E s�rio: fiquei arrepiada ao assistir ao v�deo a� debaixo. Tomara que vocé sinta a mesma coisa:

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16.10.08

Hoje � o Dia Mundial do P�o

Algumas curiosidades sobre os usos do p�o:

* No Egito, o p�o tamb�m servia para pagar sal�rios: um dia de trabalho valia tr�s p�es e dois vasos grandes de cerveja.
* Na Europa, passou a ser costume as m�es darem para as filhas que se casavam um pouco de sua massa de p�o, por achar que, assim, elas fariam um p�o t�o gostoso quanto o delas!
* Ao longo da história, a posi��o social de uma pessoa podia ser discernida pela cor do p�o que ela consumia. P�o escuro representava baixa posi��o social, enquanto p�o branco, alta posi��o social. � porque o processo de refino da farinha branca era muito mais caro. Atualmente, ocorre o contr�rio: os p�es escuros s�o mais caros e, por vezes, mais apreciados por causa de seu valor nutritivo.
* �s v�speras da Revolu��o Francesa, Maria Antonieta, rainha da Fran�a, foi informada de que o povo passava fome: �Eles n�o têm p�o, Alteza�. Ao que ela respondeu: �Se n�o tem p�o, que comam brioches�. N�o se sabe se o di�logo realmente aconteceu, mas a frase, de fato, ficou famosa. J� a rainha teve a cabeça cortada na guilhotina!
* Para os crist�os, o p�o simboliza o corpo de Cristo. Na ora��o do �Pai-nosso� � pedido a Deus �o p�o nosso de cada dia nos dai hoje�.
* Para os judeus, o fermento simboliza a corrup��o. Por isso, eles s� ofereciam a Deus p�es �zimos, sem fermento. At� hoje, esse � o p�o que eles comem na P�scoa, �poca em que � proibido consumir qualquer alimento fermentado.

Informa��es tiradas daqui.

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8.10.08

Ah, se fosse l� em casa!

Erro faz vinho sair pelas torneiras em cidade italiana

Valqu�ria Rey
De Roma para a BBC Brasil

Moradores da cidade italiana de Marino, na regi�o central do pa�s, foram surpreendidos com o que parecia ser um milagre: das torneiras de suas casas come�ou a jorrar vinho branco, em vez de �gua.

O inusitado incidente ocorreu no �ltimo domingo, durante a abertura da 84� edi��o da Festa da Uva de Marino - a mais famosa festividade do estilo no pa�s.

Tradicionalmente, para marcar o in�cio da Festa, milhares de moradores fazem uma contagem regressiva ao redor da Fonte dei Quattro Mori, no centro da cidade, para ver a 'transforma��o da �gua em vinho', quando a fonte passa a jorrar, ao inv�s de �gua, uma boa qualidade de vinho branco.

Todos os anos, a Fonte � abastecida com barris de tr�s mil litros de vinho para garantir o sucesso das celebra��es. No entanto, os respons�veis pelo abastecimento das fontes de �gua espalhadas pelas ruas da cidade giraram a alavanca errada no momento da abertura da Festa e, em vez de enviarem vinho para a Fonte, mandaram a bebida para casas da cidade.

'Milagre' � Algumas donas de casa de Marino � que possui cerca de 40 mil habitantes � estranharam o odor familiar que sa�a das torneiras e foram as primeiras a notar que n�o se tratava de �gua.

Uma moradora estranhou o cheiro quando limpava o cháo de sua casa. Mas n�o reclamou, porque considerou o odor agradável. O mesmo ocorreu em outros condom�nios. Muitos acreditaram se tratar de um milagre da Virgem do Ros�rio, a padroeira da Festa da Uva mais famosa da Itália.

Sem saber o que se passava nas casas, milhares de moradores, que aguardavam ansiosos a abertura das festividades com copos de pl�stico nas mãos, se decepcionaram ao ver jorrar da Fonte nada mais do que �gua. As autoridades avisaram que o problema seria solucionado o mais r�pido poss�vel e, depois de dez minutos, o vinho come�ou a jorrar da Fonte normalmente.

Segundo o prefeito de Marino, Adriano Palozzi, ainda n�o se sabe a quantidade exata de vinho que foi desperdi�ada. De acordo com ele, o incidente ocorreu devido a uma falha humana, que deve ser minimizada. "Foi um erro t�cnico n�o previsto, que acabou se transformando numa coisa simp�tica para as pessoas", disse o prefeito � BBC Brasil.

"� uma coisa que pode acontecer, porque o trabalho � todo feito manualmente", afirmou. "Resolvemos tudo em poucos instantes sem ocasionar qualquer problema para quem estava na festa e para quem ficou em casa naquele momento", disse Palozzi.

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27.8.08

Tudo vermelho

Hoje aconteceu na cidade de Bu�ol, em Valencia, na Espanha a festa chamada LA TOMATINA. Todos os anos, na �ltima quarta-feira do m�s de agosto, pessoas da cidade e turistas se re�nem para jogar tomate uns nos outros.

Durante toda a semana do festival, que acontece desde a década de 1940, há música, dan�as, desfiles e fogos de artif�cio. Na noite anterior ao dia da batalha de tomates, há uma competi��o de receitas de paella.

A batalha tem regras, para que n�o vire baixaria. Veja s� o que diz no site oficial do evento:

:: La tomatina começa �s 11h. H� um foguete que anuncia o in�cio e passada uma hora, outro foguete � lan�ado para indicar o fim da batalha;
:: O tomate, que est� maduro, deve ser amassado com a m�o antes de ser lan�ado;
:: � proibido garrafas ou qualquer objeto que possa causar acidentes;
:: N�o � permitido nem rasgar, nem lan�ar camisetas;
:: � preciso estar atento para a passagem dos caminháes; (� atrav�s deles que chegam os tomates ao p�blico)
:: Ap�s jogar a segunda fruta, deve-se parar de lan�ar tomates.

Estas pequenas regras de civismo e conveniência s�o necess�rias para que a festa aconte�a como toso os anos. Ou seja, sem problemas.

Civilizado, n�o!? Mas deve ser extremamente divertido e anti-stress.
Imagina s� que confus�o? Tudo e todos virando molho de tomate!

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27.7.08

Significados de casamento

Cada religi�o tem os seus costumes, a sua forma de representar a felicidade da uni�o. No Brasil, o mais comum � o casamento na igreja cat�lica e alguns costumes s�o iguais para qualquer um. Mas vocé sabe como eles surgiram?

Tapete vermelho, vestido branco, alian�as, flores e bem-casados. Todos s�o elementos tradicionais dos casamentos, mas seus significados n�o s�o conhecidos por grande parte das pessoas. Segundo os historiadores, a história do casamento remonta � Roma antiga, quando teria surgido a cerimônia religiosa com a presença da noiva, vestida especialmente para a ocasi�o, com destaque para as flores brancas e espinhos presos ao cabelo. As flores representariam a felicidade e a vida longa e os espinhos afastariam os maus esp�ritos.

Mais tarde foi acrescentado o v�u, em referência � deusa greco-romana Vesta, protetora do lar, simbolizando a honestidade e a virgindade, virtudes imprescind�veis para uma boa prole e a continua��o do �sangue�, segundo os costumes da �poca. Foram os romanos tamb�m a criar um �direito do casamento�, instituindo a monogamia.

Na Idade M�dia as mulheres perderam o direito de escolher seus maridos e isso ficou sendo uma decisão das famílias, que reservavam as meninas desde muito cedo para determinado parceiro. O noivado ganhou muita importência, com a troca de alian�as entre as famílias comprometidas mutuamente � e financeiramente � atrav�s do compromisso dos noivos. Nesta �poca o vermelho virou a cor preferida dos vestidos de noivas, simbolizando o sangue novo da nova família.

O tradicional vestido branco acompanhado pelo v�u teve sua origem na Inglaterra, mais precisamente no casamento da rainha Vit�ria. Ela tamb�m teria inaugurado o �casamento por amor�, o sentimento b�sico que deveria unir um homem e uma mulher. Foi ela quem estreou a cor branca, sin�nimo de pureza e de romantismo. Apaixonada pelo primo, o pr�ncipe Albert de Saxe-Cobourg-Gotha, ela tomou a iniciativa de pedi-lo em casamento (o protocolo de �poca dizia que ningu�m poderia fazer tal pedido a uma rainha). Ele aceitou. Foi a primeira vez que se teve not�cias de alguém casar por amor. Vit�ria foi mais ousada: acrescentou ao seu traje nupcial algo proibido para uma rainha da �poca � um v�u (para provar sua identidade, em p�blico, a soberana jamais se cobria). Nascia a� um costume que atravessaria o tempo e daria a Vit�ria o reconhecimento de trazer para a nossa �poca o amor, como sentimento b�sico para unir um homem e uma mulher. Com a chegada de uma nova classe social � a dos burgueses �, cria-se um código para sinalizar quando a mulher era virgem: casar de branco. Era a garantia ao futuro marido de sua descendência, j� que a virgindade significava a legitimidade da prole.

J� o tapete vermelho � uma reverência ao novo casal, um verdadeiro s�mbolo de comemora��o. O fato de estender o tapete relembra a �poca dos reis e rainhas e proporciona um ambiente luxuoso � chegada dos noivos.

A alian�a, sinal de amor eterno teve origem no Antigo Egito. Segundo a tradi��o, por causa de seu formato arredondado, tornava-se imposs�vel encontrar o seu fim. Desta forma, era utilizada para representar um relacionamento que duraria para sempre. Outra simbologia eg�pcia era usar o anel no dedo anular da m�o esquerda, pois acreditavam que neste dedo havia uma veia que estava ligada diretamente ao cora��o.

Quanto �s flores utilizadas na cerimônia, o buqu� da noiva representa fertilidade e o costume de jog�-lo significa dividir sua alegria com as amigas e familiares. Quanto � tradi��o de colocar uma flor na lapela dos homens, serve para diferenciar o noivo dos padrinhos, sendo o cravo a mais utilizada. Geralmente o noivo usa a cor vermelha e os padrinhos a cor branca, mas isso n�o chega a ser uma regra.

Para finalizar, o tradicional bem-casado n�o poderia ser esquecido. O doce � um s�mbolo antigo, representa duas metades distintas se unindo, tornando-se um s�, grudados pela do�ura, suavidade compreens�o e amor. Deve ser entregue a todos os convidados e estes, se fizerem um pedido antes da primeira mordida, poder�o compartilhar da felicidade do novo casal.

Fontes: Neo10 � Assessoria de Eventos e site do Col�gio S�o Francisco

Meu coment�rio: Tenho um certo arrepio em pensar nesses casamentos tradicionais. N�o consigo me ver entrando numa igreja, muito menos de vestido branco. Mas os costumes s�o interessantes e, com tanta gente � minha volta casando, achei melhor ficar por dentro do assunto! ;)

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30.6.08

Festa Junina no bar!

No �ltimo final-de-semana teve Festa Junina no Cervejarium!
A gente se divertiu, com todo mundo a car�ter.

(clique na imagem para ampliar.)

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2.6.08

Os 10 filmes mais rom�nticos de todos os tempos

Clientes de videolocadora elegeram t�tulos inesquec�veis no m�s em que se comemora o Dia dos Namorados.

O romantismo nas telas j� foi mostrado de diversas formas, retratou muitas �pocas, registrou cenas antol�gicas, e por conta disso, � difícel apontar quais s�o os melhores filmes. Para tentar descobrir as preferências do brasileiro em rela��o a este g�nero da s�tima arte, neste m�s dos namorados, a rede de videolocadoras 100% V�deo realizou com a clientela uma pesquisa para selecionar os 10 filmes mais rom�nticos de todos os tempos.

A enquete foi feita com cerca de sete mil clientes associados. Os filmes escolhidos foram:

1 - Titanic, 1997;
2 - E O Ventou Levou, 1939;
3 - Um Amor Para Recordar, 2002;
4 - Uma Linda Mulher, 1990;
5 - Antes Que Termine o Dia, 2004;
6 - Casablanca, 1942;
7 - Cidade dos Anjos, 1998;
8 - O Di�rio de Uma Paix�o, 2004;
9 - Ghost - Do Outro Lado da Vida, 1990;
10 - Moulin Rouge, 2001.

"A lista reflete informa��es interessantes. Temos os dois mais famosos romances cl�ssicos (E O Vento Levou e Casablanca), os dois romances �cones das mulheres que estão na faixa dos 30 e 40 anos (Ghost e Uma Linda Mulher) e tr�s romances tr�gicos e atuais, que conquistaram o cora��o da gera��o mais jovem (Um Amor Para Recordar, Antes Que Termine O Dia e O Di�rio de Uma Paix�o). Para finalizar temos Moulin Rouge, que � o musical rom�ntico mais popular desde Dirty Dancing - Ritmo Quente � este �ltimo quase entrou na lista, e o grandioso Titanic, com a história rom�ntica de maior bilheteria de todos os tempos", analisa o consultor de cinema da 100% V�deo, Reginaldo Zaglia.

Com o romantismo presente na vida de todos de forma muito intensa, difícel � apontar um filme que n�o contenha uma história de amor. A identifica��o � imediata, principalmente quando se trata do sexo feminino. Mas, ser� que o g�nero romance � mesmo coisa apenas de mulher? Reginaldo Zaglia esclarece esta questão. "A com�dia-rom�ntica, surgida em 1989 com Harry & Sally - Feitos Um Para o Outro, foi feita para levar o casal de namorados aos cinemas. E eles invadem o cinema, j� faz parte da cultura do "namorar". Mas, com exce��o de casais rec�m formados, o namorado prefere uma a��o, com�dia, fic��o ou policial. J� a namorada, procura um romance ou um drama", analisa o profissional. H� 22 anos no mercado, a 100% V�deo atualmente possui 88 lojas em funcionamento e presentes em 14 estados.

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22.3.08

Domingo tem chocolate


Feliz P�scoa!


Que vocé encontre um graaande presente nesse dia.
Pode ser um ovo, um bombom, um abra�o, um sorriso...
Desejo somente que o seu dia seja radiante!
(Como espero que o meu tamb�m seja)

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17.3.08

Dia de S�o Patr�cio


Parada do Saint Patrick's Day em Dublin

Hoje � feriado nacional na Irlanda. Comemora-se o dia de Saint Patrick, o santo padroeiro do pa�s.

Se quiser entrar no ritmo das festas, use verde e um trevo de quatro folhas. As roupas remetem tamb�m aos duendes, t�o comuns nas histórias irlandesas.

Regada a muita Guinness, a festa tem 5 dias de dura��o, começando no dia 13, quinta-feira passada. H� paradas, música, ca�as ao tesouro, espet�culos, teatro � veja tudo aqui. Imagine o grau que o pessoal est� hoje... Dublin (meu sonho de viagem) deve estar um arraso!

Em São Paulo tamb�m há comemora��es nos irish pubs e bares com cervejas irlandesas. Confira aqui e aproveite a festa!

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12.3.08

P�ssankas: parentes dos ovos de p�scoa

Ao lado, p�ssankas com s�mbolos de animas, p�ssaros e peixes.

As p�ssankas s�o aqueles ovos de galinha (ou pata, ou codorna, ou aveztruz...) pintados a m�o, com uma grande riqueza de detalhes. Por sinal a palavra p�ssanka � derivada do verbo ucraniano pessaty, que significa �escrever�. A tradi��o de colorir ovos surgiu na Ucr�nia, havendo ind�cios de que a arte existe há mais de 3 mil anos antes de Cristo, segundo escava��es arqueol�gicas.

Os ovos eram pintados para comemorar o retorno do Sol, na festa do solst�cio da primavera, quando iniciava-se um per�odo de planta��es e bonan�a no cultivo das terras, de luz e calor. Pelo menos era isso que se desejava e pedia-se ao sol e aos entes da natureza que poderiam ajudar para que a terra continuasse produzindo. Entre outros presentes oferecidos a esses entes estavam as p�ssankas, que tinham gravadas v�rios s�mbolos de fertilidade, fartura na colheita, riqueza, prote��o.

A Festa da Primavera acontecia desta maneira antes de os ucranianos se converterem ao cristianismo. O povo tinha suas cren�as voltadas para aquilo que via e sentia. Depois de adotarem o cristianismo como religi�o oficial, a Igreja adaptou a festa a antigos costumes e s�mbolos crist�os. Assim, a antiga e tradicional Festa da Primavera transformou-se na P�scoa crist�, por ser na mesma �poca. O povo n�o deixou o costume de colorir ovos para expressar seus sentimentos, mas a Igreja fez com que fossem abandonadas as cren�as pag�s, como acreditar em entes da natureza.

Passou-se ent�o a fazer p�ssankas para dar aos parentes e amigos para demonstrar tudo aquilo que desejavam a eles, na �poca da P�scoa. As pequenas obras de arte tamb�m passaram a aparecer em datas importantes, como casamentos e nascimentos, como materializa��o das boas inten��es que se queria expressar.

Em algumas regiões da Ucr�nia acredita-se que a p�ssanka tem força curativa e tamb�m protege a casa do campon�s contra o fogo, a destrui��o, os maus esp�ritos, al�m de atrair as gra�as de Deus como express�o comum. A p�ssanka � considerada uma esp�cie de talism� ou amuleto.

Ao lado, p�ssankas com s�mbolos de flores, ramos e trigos.

Veja os significados dos desenhos, mantidos vivos nas p�ssankas:

:: Animais como cavalo, ant�lope, rena, simbolizam riqueza, prosperidade e boa sa�de.

:: P�ssaros, galos ou representa��o parcial de aves simbolizam fertilidade e promessa de realiza��es. O p� das aves enfatiza a prote��o da juventude. O p� de ganso representa o esp�rito.

:: Peixe � o s�mbolo comum de Cristo, tamb�m para o cristianismo e os crist�os.

:: Flores s�o s�mbolo de amor, felicidade, caridade. Expressam o princ�pio feminino, conferem bom gosto, humildade, delicadeza, elegância e beleza feminina, mas tamb�m a inconstência e a fragilidade da vida. Folhas e flores tamb�m sugerem vida e crescimento. As flores têm o poder de limpar o local, energizar e atrair bons flu�dos.

:: �rvores, pinheiros, ramos, folhas e galhos de plantas que n�o morrem na geada simbolizam juventude e vida eterna. � um dos s�mbolos mais ricos em significados esot�ricos. Representa a transforma��o e o triunfo da vida sobre a morte (devido � constante renova��o de suas folhas), a liga��o entre a vida na Terra e as esferas celestiais (ao mesmo tempo em que suas ra�zes estão firmemente presas ao cháo, seu tronco e sua copa se elevam na direção do c�u) e a fertilidade feminina (al�m de produzir frutos, concede sombra e prote��o).

:: Figuras de espigas de trigo, cachos de sementes e cacho de uvas simbolizam boa colheita, prosperidade e fartura. Uvas significam bons frutos na vida crist�, tamb�m podem expressar grande lealdade no amor. Uvas e trigo representam comunháo. O arroz simboliza a abundência, a riqueza espiritual e a felicidade. Por isso, lançam-se punhados deles no dia do casamento.

:: Desenhos de "rastelo" e "escada" sugerem sorte em casamento.

:: Figuras de tri�ngulos s�o s�mbolo da Sant�ssima Trindade - Pai, Filho e Esp�rito Santo; homem-mulher-criança; nascimento-vida-morte e outros significados do número 3. O tri�ngulo com um c�rculo no centro simboliza o olho de Deus. Simboliza a luz, o fogo, a força, a beleza, a sabedoria divina e a manifesta��o de Deus na Terra. Significa algo muito firme em sua base. Quando est� com o v�rtice voltado para cima, representa o fogo, a energia masculina e com o v�rtice para baixo, a feminina.

:: Figuras de girassol e sol s�o s�mbolo de longa vida, riqueza, prosperidade e fortuna. Venerado como um deus pela maior parte das antigas civiliza��es, o Sol � o s�mbolo da luz, da ressurrei��o, da vida, do calor, da força vital e da inteligência suprema. Est� associado � energia masculina e � nobreza, tamb�m ao amor a Deus e a existência eterna Dele.

:: A cruz � um dos s�mbolos mais ricos e antigos da humanidade, principalmente s�mbolo do Cristianismo. Simboliza, sobretudo, a imortalidade, a uni�o de todos os homens, a integra��o entre terra, �gua, ar e fogo, a uni�o entre o c�u e a terra. Para os crist�os, a cruz representa o sofrimento de Cristo, mas tamb�m vit�ria (a vit�ria triunfou sobre a morte por meio da ressurrei��o). Existem inúmeros tipos de cruzes, sendo que cada uma delas possui um significado simb�lico e particular. Entretanto, sempre representam algum aspecto da f� crist�. A cruz � a chave da sabedoria futura, os quatro pontos cardinais do c�u para servir de duplo eixo ao Universo. A cruz celta (principal representa��o material do deus Lug) era s�mbolo de respeito e venera��o a todos os deuses her�icos.

:: Tra�os cont�nuos, desenhos decorativos, ondas, espiral simbolizam eternidade, harmonia e prote��o.

:: Figuras de diamantes (forma de losango): Diamante � o cristal lapidado e, por esse motivo, simboliza a pureza absoluta, a espiritualidade, a imortalidade, a coragem, a firmeza de car�ter e o conhecimento.

:: Figuras estrelares, ros�ceas ou estrela de 8 pontas s�o s�mbolo de Cristo, tamb�m pode representar flores. Na antig�idade, acreditava-se que as estrelas eram as almas dos mortos reluzindo nas trevas. Seu conte�do simb�lico mais significativo � o da luz espiritual que atravessa a escurid�o, a esperan�a e a eleva��o do esp�rito.
Ao lado, p�ssankas com s�mbolos de tri�ngulos, girassol e s�is e cruz.

O significado das cores nas p�ssankas:
* Preto: representa o absoluto, o constante ou o eterno. Pode tamb�m representar a morte.
* Branco: pureza, inocência, e nascimento s�o os significados desta cor.
* Amarelo: s�mbolo da luz e da pureza. Fala da juventude, felicidade, colheita, hospitalidade, sabedoria, amor e benevolência.
* Laranja: resistência, força e ambi��o digna. Laranja tamb�m � a cor do fogo, e s�mbolo do sol. Representa a paix�o moderada, estando entre o vermelho (paix�o) e o amarelo (sabedoria).
* Verde: renova��o na primavera, cor da fertilidade, frescor, sa�de, esperan�a
* Vermelho: � considerado uma cor positiva, significando a a��o, fogo, desenvolvimento espiritual. Glorifica o sol e a alegria de viver. S�o normalmente indicadas p�ssankas vermelhas para as crianças e para a juventude. Simboliza a paix�o e o amor.
* Marrom: s�mbolo da m�e terra, trazendo seus presentes aos seus entes.
* Azul: simboliza o c�u, o ar, a vida, verdade, fidelidade, confian�a, talism� da sa�de.
* Roxo: simboliza f�, paciência e confian�a.
Ao lado, p�ssankas com desenhos de ondas, diamantes (los�ngos) e estrelas.

Oba! A P�scoa est� chegando... E eu vou ganhar OVOS DE CHOCOLATE!

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5.2.08

Vestindo a fantasia no carnaval

Apesar de n�o ser uma festa religiosa, o carnaval tem sua data marcada pela Igreja: a P�scoa � sempre na primeira lua cheia depois do in�cio da Primavera do hemisf�rio norte (dia 21 de mar�o) e o carnaval acontece 47 dias antes desta data.

A palavra carnaval origina-se na palavra latina carnevale (�Carne, adeus!�), que significa a proibi��o do uso da carne na quaresma, os quarenta dias que antecedem a P�scoa. Ent�o, por mais que n�o seja religiosa, a festa � motivada por um costume religioso. A Mardi Gras (ter�a-feira gorda, em franc�s) � o �pice da festa, quando o povo deve tirar a �barriga da mis�ria� (e n�o s� no sentido de comer bem) para depois se abster.

Mas n�o s� a carne era proibida na Idade M�dia, como tamb�m os ovos, o teatro, festas e outros entretenimentos. Era um per�odo de reclus�o e de jejum. Antes de carnaval, o nome usado para esta �poca de festas era entrudo, tamb�m originado do latim (introitu), que significa �entrada�. O entrudo foi trazido ao Brasil pelos portugueses. Era uma brincadeira de rua, meio violenta, em que se jogavam coisas sujas uns nos outros, lambuzando as pessoas com uma mistura de farinha e �gua, ovos e o famoso lim�o-de-cheiro (uma bola de cera recheada com �gua perfumada � geralmente com fragrência de canela �, e atirada nas pessoas que passavam na rua).

Os tr�s dias de carnaval em que a alegria e a folia s�o permitidas, al�m de comidas e bebidas, s�o a despedida aos exageros, � fartura, para a abstinência �exigida� na quaresma. Por isso, a figura que representa o carnaval � o Rei Momo, um personagem gordo, comil�o, beberr�o e feliz, contr�rio � figura que representa a quaresma: triste, magra, sem vida.

Ao longo da história as festas populares foram sempre uma forma de denência contra os opressores, contra o governo e seus desmandos, contra os maus patr�es. O povo ent�o usa do riso e da ironia para fazer suas denências e expressar sua insatisfa��o. Assim, o juiz era levado ao tronco, a mulher mandava no marido, os empregados se vestiam de patr�es. E a fun��o da fantasia era permitir essa troca de pap�is. At� hoje, o carnaval � a �poca festiva que, como no teatro, permite �s pessoas serem outras figuras durante os tr�s dias de festa.

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4.2.08

Cadê o carnaval?

Quem te viu, quem te v�
Chico Buarque/1966

vocé era a mais bonita das cabrochas dessa ala
vocé era a favorita onde eu era mestre-sala
Hoje a gente nem se fala, mas a festa continua
Suas noites s�o de gala, nosso samba ainda � na rua

Hoje o samba saiu procurando vocé
Quem te viu, quem te v�
Quem n�o a conhece n�o pode mais ver pra crer
Quem jamais a esquece n�o pode reconhecer

Quando o samba começava, vocé era a mais brilhante
E se a gente se cansava, vocé s� seguia adiante
Hoje a gente anda distante do calor do seu gingado
vocé s� d� chá dan�ante onde eu n�o sou convidado

Hoje o samba saiu procurando vocé
Quem te viu, quem te v�
Quem n�o a conhece n�o pode mais ver pra crer
Quem jamais a esquece n�o pode reconhecer

O meu samba se marcava na cadência dos seus passos
O meu sono se embalava no carinho dos seus bra�os
Hoje de teimoso eu passo bem em frente ao seu port�o
Pra lembrar que sobra espa�o no barraco e no cord�o

Hoje o samba saiu procurando vocé
Quem te viu, quem te v�
Quem n�o a conhece n�o pode mais ver pra crer
Quem jamais a esquece n�o pode reconhecer

Todo ano eu lhe fazia uma cabrocha de alta classe
De dourado eu lhe vestia pra que o povo admirasse
Eu n�o sei bem com certeza porque foi que um belo dia
Quem brincava de princesa acostumou na fantasia

Hoje o samba saiu procurando vocé
Quem te viu, quem te v�
Quem n�o a conhece n�o pode mais ver pra crer
Quem jamais a esquece n�o pode reconhecer

Hoje eu vou sambar na pista, vocé vai de galeria
Quero que vocé assista na mais fina companhia
Se vocé sentir saudade, por favor n�o d� na vista
Bate palmas com vontade, faz de conta que � turista

Hoje o samba saiu procurando vocé
Quem te viu, quem te v�
Quem n�o a conhece n�o pode mais ver pra crer
Quem jamais a esquece n�o pode reconhecer

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14.12.07

Uma vis�o inacredit�vel

Veja como menosprezamos a capacidade das crianças de criarem um mundo encantado, mesmo que seja com a realidade. Aten��o: o di�logo abaixo � ver�dico!

- M�e, quem � o Papai Noel? Ele existe? Porque eu j� vi v�rios Papais Noel e nunca � o mesmo...
- Sabe, Hugo... Eu n�o vou te enganar. O Papai Noel � uma inven��o das comemora��es de Natal, e...
(Resposta antes da m�e explicar mais qualquer coisa:)
- Ah!!! Ent�o ele � um personagem, m�e?
- Isso! Ele � um personagem!
- Ent�o isso significa que ele n�o morre nunca! Que legal!
- ... (M�e sem fala)

Criança n�o � uma delícia?

� preciso entender que Hugo � uma criança de 5 anos, super afinado com tudo que acontece � sua volta e que a m�e dele � uma pedagoga de m�o cheia! ;)

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2.12.07

No clima

Minha m�e montou sua LINDA �rvore de Natal:
Como todo ano, � �poca de enfeitar a casa e preparar-se para o Natal. � nessa �poca tamb�m que sinto mais saudade de minha infência, quando tudo era bom, quando era s� esperar o Papai Noel, quando n�o havia preocupa��es. Enfim... Como esse tempo n�o volta, o Natal sempre � bom porque tenho meus sobrinhos, que ainda esperam o bom velhinho.

Por sinal, al�m do enfeite no detalhe, trouxe para meus sobrinhos, da Alemanha, o Calend�rio do Advento. � assim: l�, há o costume de as crianças esperarem o dia do advento, contando os dias em um calend�rio especial. O que significa que, em cada dia, desde 1 at� 24 de dezembro, neste calend�rio, há normalmente um chocolate ou um pequeno presente. Trouxe a tradi��o pra c� e na minha opini�o, � um baita exerc�cio de disciplina � porque eu iria querer abrir todos os dias de uma s� vez. Me parece que eles v�o seguir as instruções que eu expliquei: um dia de cada vez, at� o Natal!

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28.11.07

Bem brasileiro


Olinda (PE) - Ornamento utilizado por participante da 9� edi��o dos Jogos dos Povos Ind�genas, que vai at� sábado em Recife e Olinda.
Foto: Valter Campanato/ABr

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7.9.07

O nosso pa�s

Pois, �... Hoje � dia da Independência do Brasil. E eu fiquei aqui, a procurar comemora��es, desfiles, fogos de artif�cio.

At� aconteceram os desfiles de sempre, e tamb�m discursos inflamados e com certeza algumas comemora��es particulares com o nosso dinheiro � porque o 7 de setembro � comemorado pelo governo, � aproveitado pelos políticos para falarem bem de si mesmos.

Ent�o... A nossa independência n�o � comemorada pelo seu povo. Tirando a participa��o de crianças nos desfiles (e a�, os pais v�o assistir), n�o há nenhum envolvimento da na��o com esse dia. A história boa de tudo isso � que � feriado (OBA!) e pronto. Melhor ainda na sexta-feira, pra emendar e descer pra praia.

Eu n�o sei... Talvez eu esteja pedindo demais ou at� pare�a que eu quero ser idealista demais mas, a gente n�o d� valor nenhum para o que tem. Pense bem: vocé viaja, passa dias e dias (ou n�o) longe de casa e quando volta, parece que � o c�u. Pra mim, isso � p�tria. E foi isso que a independência trouxe pra gente: o direito de voltar � mas voltar s� se quiser, o que � melhor ainda.

Querendo ou n�o, a gente � brasileiro em qualquer lugar do mundo. E isso � motivo de orgulho. Por mais que pare�a exagero ou at� pieguice, eu ADORO ser reconhecida como brasileira: pelo jeito de andar; pelo jeito de falar (quase italiano porque se eu n�o tiver minhas mãos, n�o falo); pelo jeito de conversar; pelo jeito de se empolgar e se interessar por qualquer coisa.

Brasileiro pode ser qualquer um: branco, preto, amarelo; loiro, moreno, ruivo. � uma mistura t�o boa que n�o d� pra definir pela cor da pele ou dos olhos. D� pra definir pelo sorriso, pela forma de levar a vida. Sei que estou sendo otimista � tem tamb�m o "jeitinho brasileiro", que � feio; tem tamb�m muita gente mal-humorada e preconceituosa. Tem todos os defeitos de qualquer lugar do mundo, al�m da mis�ria, da fome, da m� vontade.

Mas eu prefiro comemorar o meu 7 de setembro com o melhor que eu possa dar de mim: pra mostrar pra quem quiser ver que ser brasileiro � bom demais. Vou ser Pollyanna: a gente n�o tem terremoto, nem furac�o, faz sol a maior parte do ano; a gente tem Carnaval e praias lindas � sem contar a serra. A gente pode votar em quem quiser (mesmo tendo gente sendo comprada, eu sei...), a gente � muito hospitaleiro, a gente se interessa por gente.

Sei l�.... Ser brasileiro � ser humano. E eu sempre AMO voltar pra casa e comer arroz com feij�o e chuchu!

Se vocé nunca teve a sensa��o de voltar, n�o sabe ainda o quanto � bom ser brasileiro � visto de fora, o verde e amarelo fica mais bonito do que j� �!

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13.7.07

Hoje � dia do Rock

No dia 13 de julho, o mundo reverencia o ritmo musical que abalou gera��es, formou opini�es contestadoras e revolucion�rias e foi motivo de dor de cabeça para muitos pais e m�es: o Rock 'n Roll. O ritmo frenêtico surgiu no in�cio dos anos 50, nos Estados Unidos, e tem a sua origem na música negra americana, mesclando um pouco de Blues e Country. A data s� foi oficializada quando surgiu o primeiro Live Aid, em 1985, um festival de música beneficente, destinado a arrecadar fundos para as v�timas da fome na �frica, que aconteceu simultaneamente em Londres e na Filadélfia.

Entretanto, o rock s� se tornou popular no mundo todo com a voz e gingado de Elvis Presley, que ficou eternizado como o Rei do Rock. Os grandes divulgadores foram Chuck Berry e Bill Halley and the Comets. J� a estrutura vem de antes, esbo�ada por Robert Johnson em 1939, que j� tinha criado um tipo de �rock blues� com a can��o chamada Red Hot Tomales. Talvez agora vocé entenda a influência na origem do nome da banda Red Hot Chili Peppers.

Nos anos 60, foi a vez de um grupo ingl�s estourar no mundo inteiro. Os Beatles enlouqueceram plat�ias nos cinco continentes. Nessa década tamb�m o rock passou a ter uma atitude mais politizada e contestadora. Surge a contra-cultura, e seu auge � o Festival de Woodstock, nos EUA. Nessa �poca destacam-se, tamb�m, os Rolling Stones, The Doors, Jimi Hendrix.

Nos anos 70, o rock j� atinge um p�blico cada vez maior. Passa a ser mais popular. � a cultura de massas atuando sobre a música. Surgem vertentes como o progressivo e o punk rock. Destacam-se bandas legend�rias, que lotavam est�dios em seus shows, como Black Sabbath, Queen, Led Zeppelin, Pink Floyd, Yes, Genesis, Kiss.

Os anos 80 s�o marcados por uma diversifica��o gradativa do rock. Embora muitas bandas desta �poca cultivassem um forte apelo contestador, muitos cr�ticos lamentam a descontinuidade do puro rock 'n roll. � a vez do Pop Rock e da New Wave fazerem sucesso ao ritmo do The Cure, New Order, Bon Jovi, Talking Heads, Guns 'n Roses, The Police. No Brasil, surgem Bar�o Vermelho, Paralamas do Sucesso, Capital Inicial e Ira!

Seattle, anos 90. Esta cidade americana � ber�o de um rock mais cru, desleixado e visceral, batizado de Grunge. Uma banda em especial faz o mundo reviver a magia e o veneno da �música do diabo�: Nirvana. Mas foi por pouco tempo. Kurt suicidou-se aos 27 anos, mesma idade em que morreram Jimmy Hendrix e Jim Morrison. Outras bandas marcantes foram o Pearl Jam e o Alice in Chains.

E agora, ouve-se de tudo: do �velho� e do �novo�, o bom rock 'n roll � t�o bom porque tem todos os estilos e vocé � quem escolhe o que lhe agrada mais!

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12.6.07

Baby...

Feliz Dia dos Namorados!

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10.6.07

Primeirinha!

Ontem fui � minha primera Festa Junina do ano!

Queria ter ido com o vestido que tenho pra dan�ar quadrilha mas, n�o teve quadrilha. A�, n�o achei que ia ficar bem uma marmanjona como eu de vestido t�pico - nessas horas que tenho vontade de ser criança de novo, viu!? Minha sobrinha foi de vestido, e tava linda! Mas era a �nica a car�ter MESMO! Muita gente de camisa, trancinha e chap�u...

O que rolou mesmo na festa foram os "comes e bebes": amendoim at�, pipoca, cachorro-quente, arroz-doce, bolo de fub� e de laranja, broa de milho. Gente! Como eu comi! E como eu adoro essas festas!

Bem... Essa foi a primeira: super familiar! Agora eu quero ir em quermesse de igreja, festa juninas das escolas dos meus sobrinhos e aproveitar as musiquinhas típicas, as barracas de prenda e, quem sabe, conseguir dan�ar uma quadrilha!

Agora, vamos saber de onde veio a festa junina e a nossa cultura:

O termo �Festa Junina� tem duas explica��es: � usado porque as festividades ocorrem durante o m�s de junho; e a festa tem origem em pa�ses cat�licos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a S�o Jo�o. No princ�pio, a festa era chamada de �Joanina�. De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses.

No per�odo colonial, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanháis e franceses. Da Fran�a veio a dan�a marcada, caracter�stica típica das dan�as nobres e que, aqui, influenciou muito as quadrilhas. J� a tradi��o de soltar fogos de artif�cio veio da China, regi�o de onde teria surgido a manipula��o da p�lvora para a fabrica��o de fogos. Da pen�nsula Ib�rica teria vindo a dan�a de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.

Todos estes elementos culturais foram misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (ind�genas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do pa�s, tomando caracter�sticas particulares em cada uma delas. Aqui, o m�s de junho � o momento de se fazer homenagens aos tr�s santos cat�licos: S�o Jo�o, S�o Pedro e Santo Ant�nio.

Comidas típicas � Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuscuz, pipoca, bolo de milho: como � tempo da colheita do milho, grande parte das comidinhas deliciosas relacionadas � festa, � feita dele. Tamb�m fazem parte do card�pio desta �poca: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinháo, bombocado, broa de fub�, cocada, p�-de-moleque, quent�o, vinho quente, batata doce, doce de ab�bora.

Tradi��es � Junho � marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dan�a de quadrilhas. Os bal�es tamb�m comp�em o cen�rio, embora cada vez mais raros por causa das leis que os pro�bem, em fun��o dos riscos de inc�ndio que representam.
No Nordeste, ainda � muito comum a forma��o dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. V�o passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.
J� na regi�o Sudeste s�o tradicionais a realiza��o de quermesses. Estas festas populares s�o realizadas por igrejas, col�gios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes.

Santo Ant�nio � Como � considerado o santo casamenteiro, s�o comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas cat�licas distribuem o �p�ozinho de Santo Ant�nio�. Diz a tradi��o que o p�o bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que faltem. As mulheres que querem se casar, diz a tradi��o, devem comer deste p�o.

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13.5.07

"Que beleza, uh! Monobloco!"

A Ju, minha amiga companheira � nos curso de franc�s, nas viagens surgidas do nada, nas baladas e nas cervejinhas, nas histórias da faculdade � n�o podia ter me dado um presente melhor de aniversário: o CD do Monobloco. Desde o dia 9, o CD n�o parou mais de tocar no som do meu carro!

Tem toda uma história por tr�s desse presente. J� conhec�amos, de ouvir falar e por ouvir alguma coisa, essa banda show de bola. No ano passado, calhou de irmos � festa da "Saideira", da cerveja Bohemia, em São Paulo (o que tamb�m compensa cada centavo investido: foi no Moinho Santo Ant�nio e foi mais do que animal! Esse ano tem repeteco, se Deus quiser!) e quem estava tocando l�? Al�m de outras bandas de samba e MPB, o MONOBLOCO!

Surtamos de tanto dan�ar e foi muuuito bom!
Nessa �poca, S�rgio Lorosa (o que est� participando da "Dan�a dos Famosos" do Faust�o agora, mas que � mais conhecido como "Seu Figueirinha", por causa do papel que faz na s�rie "A Diarista") j� n�o estava mais cantando constantemente com a banda. Maaaas, Pedro Lu�s, outro cara fantástico, da banda Pedro Lu�s e a Parede, estava l�, dando o show � parte com o Monobloco, que ele mesmo criou, em 2000. No CD, tem os dois e mais participa��es especiais de Lenine, Fernanda Abreu, e por a� vai....

O Monobloco � uma escola de percuss�o, tocando samba, com todos os instrumentos do estilo musical. S�o v�rios cantores e s�o v�rios m�sicos, que aprendem e tocam, junto com seus professores, músicas conhecidas, da MPB em geral, mas que sempre têm como fundo o som forte da percuss�o, fazendo a gente cantar todas as músicas (porque s�o conhecidas) e dan�ar mais ainda (porque a batida � estimulante). Nada mais brasileiro, nada mais sociabilizante, nada mais dan�ante.

A oficina � no Circo Voador, na Lapa, no Rio de Janeiro.
Mas o CD pode andar o Brasil todo sempre. E n�o sai mais do meu som. E assim que houver oportunidade de show por aqui, eu n�o perco!

O Monobloco � muuuito bom de ouvir, de dan�ar, de se tornar f� do projeto social que ele �!

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6.4.07

Feliz P�scoa!

Aproveite o fim de semana, coma muito chocolate e que ressurja em vocé toda a f� e cren�a em si mesmo e no destino que vocé mesmo tra�a!

Deus est� dentro de nós e s� comemoramos a "boa nova" que ele nos trouxe nessa �poca, há tempos atr�s.

Tudo depende de nós mesmos!
Ele s� mostra o caminho... vocé escolhe.

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3.4.07

A P�scoa e seus ovos de chocolate


Tradi��o Milenar � O hábito de presentear ovos pintados a m�o tem origem em rituais pag�os de celebra��o � chegada da primavera no Hemisf�rio Norte. Eles simbolizam a fertilidade e o renascimento da natureza em diversas culturas, como a hindu e a chinesa de 3.000 anos antes de Cristo.

A Igreja Cat�lica reconheceu os ovos como s�mbolo de ressurrei��o de Cristo no s�culo XVIII, quando começaram a ser distribu�dos na P�scoa. Cem anos depois, eles ganharam vers�es de chocolate.

Fonte: Revista �poca

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6.3.07

Einblick: dá uma "olhada" na novidade!

Eu acredito que as pessoas têm que ter metas na vida. Por isso, EU QUERO ir para Blumenau para, além de conhecer a cidade, provar na fonte e conhecer todo o processo da primeira cerveja brasileira que passa por um processo de champenoise, o mesmo método utilizado para criar as bolhas da champagne.

Para valer o investimento, tem que ter toda uma história e nada melhor do que visitar a fábrica da Eisenbahn (Estrada de Ferro, em alemão), que produz outros tipos de cerveja – todas de grande qualidade e inclusive, uma orgânica. Como se vê, é claro que a cervejaria tem o pé lá na Alemanha e, diga-se de passagem, o nome da cerveja/champagne é Eisenbahn Lust. Lust quer dizer prazer, desejo. Interessante, não?!

Eu, que quase não gosto de cerveja, da Alemanha e de viajar, vou adorar essa aventura. (Quando ela acontecer, conto todos os sentidos e sabores, ok?! Enquanto isso, já está na minha "listinha" de desejos e afazeres!)

 

Já experimentou a Eisenbahn? Essa cerveja, que nasceu em Blumenau, conquistou o paladar dos brasileiros com seus sabores únicos e alta qualidade.

E para os amantes da boa cerveja, preparei uma seleção especial com diversos rótulos da Eisenbahn, além de copos, taças e acessórios para você apreciar cada gole. Mas não para por aí! A seleção inclui outras marcas incríveis para você explorar novos sabores. -https://amzn.to/4gPeezd

 


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15.2.07

Diferentes carnavais: tem pra todo mundo!

N�o se sabe ao certo a origem do Carnaval. Alguns estudiosos afirmam que a comemora��o tem suas ra�zes em alguma festa primitiva, de car�ter org�aco (ul�l�!!). Outros acreditam que o carnaval tenha se iniciado nas alegres festas do Egito. O que temos certeza � que as diferentes formas de comemora��o do Carnaval s�o influenciadas pelas tradi��es, costumes e culturas de cada lugar.

Carnaval no Brasil
Bahia: em Salvador as comemora��es começam em dezembro, com a abertura dos festejos pela festa da Concei��o da Praia. A grande atra��o do carnaval baiano s�o os trios el�tricos;

Pernambuco: em Recife e Olinda, o Carnaval � animado pela multid�o que vai �s ruas exibir seus passos ao som do frevo (ritmo caracter�stico carnavalesco) e maracatu (cortejo que surgiu nas senzalas para homenagear os antigos reis africanos);

São Paulo: a festa que antigamente era restrita aos sal�es hoje n�o tem local espec�fico para acontecer;

Rio de Janeiro: talvez o mais conhecido, surgiu das antigas e espont�neas manifesta��es de alegria da popula��o carioca, que durante s�culos brincou o Carnaval atirando ovos e �gua nos amigos;

Carnaval internacional
Veneza: nas belas mans�es e pal�cios, os luxuosos bailes s�o regados a champanhe e animados por orquestras. A alta sociedade internacional comparece aos sal�es dos hot�is de luxo, decorados a cada ano com temas retirados das �peras de Verdi. Neles dan�am-se valsa, tarantela e at� mesmo o samba, cada vez mais popular. O povo, por sua vez, concentrado na Pra�a S�o Marcos, se diverte de maneira bem mais desinibida;

New Orleans: teoricamente a festa começa 12 dias ap�s o Natal e termina na quarta-feira de cinzas que acontece duas semanas antes do Carnaval propriamente dito. Os nomes dos blocos e suas concep��es art�sticas, em sua maioria inspiradas nos deuses da mitologia grega (H�rcules, Minerva, Hermes, Baco). L� acontece o maior carnaval norte-americano, o Mardi Grass em que mais de 50 agremia��es desfilam pelas ruas da cidade, os bares ficam o tempo todo abertos, e s�o tomados por multid�es com os mais ex�ticos trajes, que bebem e saem as ruas fazendo a maior algazarra nas passagens das agremia��es;

Alemanha: os de Munique e Col�nia possuem caracter�sticas mais urbanas. Por�m, no pleno inverno da Floresta Negra e dos Alpes � que estão as festas mais interessantes e tradicionais de todo o pa�s. O Carnaval tamb�m � marcado pelo uso de m�scaras que relembram antigas personagens, fatos históricos ou lendas do folclore local. Na cidadezinha de Stockach, os mascarados homenageiam Hans Kuony, que foi o bobo da corte de Leopoldo da �ustria, no in�cio do s�culo XIV. Em outro vilarejo, Aach, predominam figuras com cabeças de repolho, por causa de uma lenda, segundo a qual um dos port�es de um castelo devia ser disfar�ado sob uma plantação de repolhos, o que nunca era conseguido por causa de um bode que todas as noites comia a horta;

Brinche: a 50 km da B�lgica, nessa cidade o Carnaval � celebrado em uma festa de 7 semanas. L� há o Museu Internacional do Carnaval e da M�scara, onde o carnavalesco brasileiro Jo�ozinho Trinta j� fez uma Exposi��o.

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13.2.07

O carnaval tá chegando...

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